En México, te matan más

sábado, 30 de março de 2013


Las bebidas colas matan más en México

Un estudio elaborado por la Universidad de Harvard y hecho público la semana pasada en el Congreso de la Asociación Nacional del Corazón de Estados Unidos concluye que México es el país en el que más personas mueren por consumir bebidas azucaradas. “Al año, de cada millón de personas que fallecen en el país, más de 300 lo hacen por este motivo”, según explican los investigadores en un comunicado.
“En México, además, una de cada tres personas padece diabetes y son los menores de 45 años los que tienen más riesgo de morir por esta circunstancia. Exactamente 24.000 personas fallecieron en 2010 por enfermedades relacionadas con el consumo de estas bebidas en el país”, explica la médica Gitanjali Singh, coautora del estudio. En contraste, en Japón, que cuenta con uno de los consumos más bajos del mundo, tan solo 10 personas de cada millón murieron por esta causa en el mismo año.
Según la investigación, los refrescos con azúcar son los responsables de 184.000 muertes en el mundo. En 2010, 132.000 personas fallecieron de diabetes, 44.000 por algún tipo de enfermedad cardiovascular y unas 6.000 por cánceres relacionados con el aumento de peso. “Los fallecimientos se pueden atribuir al consumo bebidas azucaradas, zumo de frutas y bebidas deportivas”, explica el documento.
Puedes encontrar más información leyendo el texto completo en el diario El País, haciendo clic aquí.
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1 hora de consciência mundial

terça-feira, 26 de março de 2013


Hora do Planeta
Macau, na China, deixou de lado seu brilho habitual na Hora do Planeta.

O último sábado 23 de março a população do mundo respondeu à altura ao chamado da Hora do Planeta, para apagar a maior quantidade possível de luzes por sessenta minutos (20:30 a 21:30), como uma maneira de mostrar e demostrar que se pode reduzir o aquecimento global e também os custos absurdos de energia. E o bom foi que muitos governantes e lideranças também assumiram o compromisso e desligaram a chave de muitos prédios públicos. A consciência da humanidade avança mais rápido do que supomos. Parabéns!!!

Hora do Planeta
A cidade de México também apagou suas luzes e as velas trouxeram ares românticos.

Hora do Planeta
A beleza do céu pôde ser melhor enxergada  com Santiago de Chile a meia luz.

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Spiritual

domingo, 24 de março de 2013


Dejar libre el alma


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Apague as luzes, acenda a vida

sexta-feira, 22 de março de 2013



Pelo quinto ano consecutivo, o WWF-Brasil promove no país o movimento global Hora do Planeta. No dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30, milhões de pessoas ao redor do mundo vão apagar as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta. No total estarão participando 7.000 cidades de 152 países dos 7 continentes. 

Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar seu apoio na batalha contra as mudanças climáticas. 

O excesso de iluminação nas cidades do globo eleva a temperatura ambiente e produz um extraordinário, absurdo e evitável gasto de dinheiro -que poderia ser destinado ao combate à fome no mundo- e tira da nossa terra recursos que muitas vezes não podem ser renovados nunca mais.  

Neste ano de 2013, a Hora do Planeta no Brasil convida empresas, governos e toda a sociedade para responder uma pergunta em especial. “O que você faria para salvar o planeta?”. No sábado, 23 de março, apagar as luzes será só o começo.

Hoje, apesar de todos os problemas ambientais existem aqueles dispostos a fazer sua parte para salvar o planeta que não é outra coisa que nossa casa e nosso lar. A responsabilidade é de todos. Participe da Hora do Planeta, apague suas luzes e reflita sobre como você pode mudar seu estilo de vida para ser cada dia mais sustentável.

sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, ... apagar as luzes é só o começo!!!
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Legalizar las drogas (sí???)

domingo, 17 de março de 2013


despenalización de las drogas

Pregunta. ¿Por qué deberían ser legales la heroína, la cocaína y la marihuana?

Respuesta. La prohibición de las drogas es la peor solución para prevenir su consumo. En primer lugar, trae consigo un mercado negro corrupto y que cuesta vidas humanas. En segundo lugar, impone limitaciones a personas que no consumirían drogas. En tercer lugar, prohibir las drogas es caro.

P. ¿Por qué nadie está poniendo en práctica sus propuestas?

R. Muchos miles de personas que ocupan cargos públicos se quedarían sin trabajo como consecuencia de la legalización. Los centros de rehabilitación perderían muchos clientes porque muchas de las personas que acuden a ellos lo hacen obligadas por el sistema judicial. Las personas que construyen cárceles también tienen interés en que haya un gran número de presos. Además de eso, a la Iglesia no le gustan las drogas y en Estados Unidos la Iglesia es poderosa.

P. ¿Usted consume drogas?

R. No. Fumé algo de hierba cuando era estudiante, pero eso fue todo. Pero si mañana se legalizasen las drogas, saldría y las probaría todas. Dudo que las consumiese más de una vez; pero después de todo lo que he investigado sobre este asunto, siento curiosidad.

Takis Würger,  periodista de la revista alemana Der Spiegel es quien hace las preguntas y el profesor estadounidense Jeffrey Miron es quien responde. Miron, de 56 años, se considera un liberal acérrimo. Ha estudiado los efectos de la criminalización de las drogas durante 15 años, piensa que estos se han exagerado siempre y que todos los tipos de drogas deberían legalizarse. Es profesor de economía en la Universidad de Harvard. Si te interesa leer la entrevista completa clica aquí y abrirás una página del diario español EL PAÍS.
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Felicidade

segunda-feira, 11 de março de 2013


Engraçada e instigante música de Luiz Tatit na linda versão de Zélia Duncan.




"A  felicidade é quando 
o que você pensa, 
o que você diz
 e o que você faz
 estão em harmonia".



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Ser mais erótic@ é preciso

quarta-feira, 6 de março de 2013



Achei essa matéria por aí, perdida no meu arquivo. Ainda bem que um bom dia a arquivei. A autora é a jornalista brasileira Márcia Detoni. É um texto revelador e didático, que desejo compartir com você. Vale a pena ler. Aí vai.

Parece insanidade afirmar que falta erotismo ao cotidiano. Poderíamos dizer que hoje nos é quase vedada a possibilidade de assistir a um programa de TV que não apele para o sexo ou para imagens de mulheres nuas. A verdade é que Eros está sendo vivenciado apenas no seu aspecto secundário, a sexualidade. Suas outras qualidades, que têm o poder de tranquilizar a alma, foram desprezadas.

Isso explica o conhecido mal-estar da sociedade contemporânea, cujos sintomas são angústia, depressão e sentimento de vazio e de infelicidade.

Em 1955, o filósofo e sociólogo alemão Herbert Marcuse (1898-1979) já alertava: a passagem do mundo infeliz para o feliz passa pela erotização de tudo à nossa volta.

O autor de Eros e Civilização dizia que o homem havia perdido a capacidade de gozo com os sentidos e precisava reencontrar o prazer nas coisas do mundo.

Quando falou em erotismo, Marcuse não estava se referindo à nudez feminina, a corpos perfeitamente esculpidos em academias e salas cirúrgicas ou a orgias sexuais. Ao contrário. Ele lamentava que o mundo moderno, cada vez mais racional e técnico, tivesse reduzido Eros a um impulso sexual, desvalorizando a essência do mito.

Erótica é a alma
Eros, na filosofia grega, especialmente na definição de Platão, é o impulso vital do homem para a curiosidade, a ligação amorosa, a amizade e o conhecimento de si mesmo e do mundo. O pai da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), manteve essa definição e foi o primeiro a ligar o mito à sexualidade, sem restringi-lo, no entanto, ao prazer genital.

Eros em psicanálise significa uma capacidade amorosa, um sentimento amoroso de cuidar um do outro, é amor ao trabalho, às idéias.

Por que, então, apenas o aspecto sexual de Eros tem encontrado espaço em nossa cultura? "Porque o mito, enquanto sinônimo de paixões e desejos avassaladores, geralmente entra em choque com valores e ideais arraigados ou com a ordem social", diz o professor de filosofia da USP Mário Miranda Filho. Pode provocar rompimentos, como mudança de emprego e de estilo de vida, ou atos de rebeldia, atitudes vistas com suspeita pelo sistema, que zela pela ordem.

Com Eros limitado à sexualidade, os outros impulsos de vida são deslocados para a produção. "Toda a nossa força erótica, vital, foi dirigida para o trabalho. O instinto foi preterido pela razão, a intuição, desvalorizada, e aquilo que é mais íntimo ao ser humano, o seu desejo, foi transferido para objetos de consumo", observa Valverde.

"Isso é muito pouco. Podemos desejar muito mais. Temos trocado o grande Eros pelo pequeno Eros", diz a professora de história da filosofia da PUC Rachel Gazolla.

A ausência desse "grande Eros" tem provocado muitas inquietações. A busca pelos objetos do desejo -bens materiais e padrões físicos determinados pela mídia- tem incentivado aspectos egoístas no ser humano. "Ele quer ter controle de tudo e tirar proveito das relações, o que tem levado a muita angústia", comenta Fagundes.

A saída, segundo os analistas, é cuidar das relações pessoais. "O homem precisa sair de dentro de si mesmo, interagir com os outros e deixar-se afetar por eles. É mais fácil hoje alguém fazer sexo com uma pessoa do que se abrir com ela", diz o cientista social e terapeuta André Valente de Barros Barreto.

Erótica é a vida
A capacidade de se relacionar, de gostar dos outros é algo que se aprende quando pequeno. A criança precisa ser amada pelos pais para experimentar esse sentimento. Pessoas que não foram amadas quando crianças desenvolvem a desconfiança. Perdem a capacidade de apreciar os prazeres simples do contato humano, das amizades, da vida familiar.


A escola é um local importante para as pessoas aprenderem a se relacionar. Mas, muitas vezes, ela acaba incentivando a competição.

A tecnologia, outra vilã, reduz cada vez mais a possibilidade de contato interpessoal. Bate-papo, namoro e sexo pelo computador substituem relacionamentos. Não é preciso se envolver. Não gostou, é só trocar de site.

Mas a capacidade amorosa é apenas um aspecto de Eros. O outro é a capacidade de questionar. "O verbo "erotan", de onde vem o nome Eros, significa amar e também perguntar", diz Gazolla. Indagar sobre as coisas à nossa volta e prestar atenção em si e nos outros são atitudes que levam a uma tomada de consciência e a um encontro com Eros.

A arte é outro instrumento poderoso. Amplia a reflexão sobre a vida e desenvolve uma capacidade poética e lúdica. A arte revigora a imaginação, ajuda a aguçar os sentidos e estimula uma relação mais sensual com todas as coisas à nossa volta.

O contato com o sol, a água, as plantas, o vento e os animais também é fundamental para a expansão de Eros. Mas não se deixe enganar pela ideologia do lazer, alerta Valverde. "Buscar o descanso apenas para repor energias que serão gastas novamente no trabalho é bem diferente de um ócio em que o erotismo pode acontecer", afirma.

Reencontrar Eros exige uma mudança de percepção do mundo. É preciso abrir mão de velhos hábitos e de atitudes mecânicas e olhar o outro com mais atenção. Mas não requer rituais ou esforços gigantescos.

ONGs que lutam pela cidadania e fazem trabalho comunitário, escolas que adotam linhas pedagógicas mais voltadas para o desenvolvimento emocional e espiritual dos alunos, pessoas que apreciam a vida, a família, os amigos, um bom prato, a natureza, as artes, que tratam bem os outros, que se preocupam com a comunidade já estão caminhando de mãos dadas com Eros.

Erótica é a nossa atitude
A relação que temos com pessoas, fatos e tudo que está a nosso redor pode ser mais amorosa e delicada, do jeito que Eros gosta. Estas são apenas algumas maneiras de fazer isso:
  • No trabalho, nos cursos, com a família, procure estimular o diálogo.
  • Junte amigos de turmas diferentes. Pode ser gostoso e divertido.
  • Contemple sem pressa, uma flor, uma paisagem, uma criança brincando. Perceba as sensações que isso provoca em você.
  • Divirta-se olhando o que há de belo nas pessoas e em tudo que está a sua volta. Lembre-se de que, mesmo nas paisagens mais áridas e nos momentos difíceis, sempre há algo que vale a pena.
  • Troque um pratinho de doces com a vizinha, uma roupa com a amiga, boas palavras com seu colega do escritório, carinho com seus filhos.
  • Se arrume para ficar em casa, sair, trabalhar com o máximo cuidado, curtindo cada detalhe.
  • Coma devagar, sentindo a sutileza do sabor de cada alimento.
  • Quando olhar para seu rosto ou corpo, esqueça os padrões de beleza. Em vez disso, reconheça seus traços mais singulares e valorize-os da melhor forma que puder.
  • Para aumentar sua sensualidade, faça tudo num ritmo mais lento. A pressa é inimiga de Eros.
 Em tudo que fizer, do cafezinho à tarefa mais importante, coloque sua marca pessoal.
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