Comunidades de transición

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Transición. De la actual civilización materialista/consumista a otra civilización diferente. Sustentable, espiritualizada, centrada en el interés evolutivo del ser humano y no en su ambición por obtener dinero y cosas. Una mutación que, silenciosamente, ya está en marcha y que encuentra en el llamado Movimiento de Transición su principal animador.

Hoy ya existen cientos de pueblos y ciudades asumidos y reconocidos como comunidades de transición. Puedes encontrarlos en Italia, Nueva Zelanda, Estados Unidos, China, Inglaterra, Brasil, Canadá, Australia, Japón o en Chile. Pero la iniciativa tuvo origen en
Kinsale, una pequeña ciudad de Irlanda con poco más de 2000 habitantes. Allí el inglés Rob Hopkins dictó un curso de permacultura que diseñó un “mapa de ruta” para la sustentabilidad de la ciudad, modificando métodos y criterios para la producción de energía, la salud, educación, economía y agricultura. Después de participar del curso Louise Rooney desarrolló el concepto de comunidades de transición. Presentó una propuesta a la Alcaldía de Kinsale que adoptó la histórica decisión de aprobar un plan orientado a generar la independencia energética.

La idea básica que promueve la transición estriba en organizar a las comunidades para afrontar el doble desafío del cambio climático y del pico de producción del petróleo. Hopkins amplió la idea y en 2006 la llevó a su ciudad natal, Totnes, que reúne a 8.500 habitantes en el condado de Devon, al sudoeste de Inglaterra.

El número de comunidades que participan en el proyecto de transición es cada vez mayor y el concepto es aplicado hoy tanto comunidades de pequeñas aldeas como Kinsale hasta las ciudades y municipios. El objetivo principal del proyecto es dar a conocer un modo de vida sostenible y desarrollar la resiliencia local para ello en el futuro próximo. Se anima a las comunidades a buscar métodos para reducir el uso de energía, así como a aumentar su propia autosuficiencia. Un lema del movimiento es "Alimentos a pie, no alimentos a millas". Las iniciativas hasta ahora han incluido la creación de huertos comunitarios para el cultivo de alimentos, empresas de intercambio de residuos, e incluso la reparación y reciclaje de objetos antiguos en lugar de tirarlos a la basura.

Un aspecto esencial de la transición en muchos lugares, es que el trabajo de transición exterior debe ir acompañado de transición interna. Con el fin de avanzar en las vías de descenso de energía de manera eficaz tenemos que reconstruir nuestras relaciones con nosotros mismos y con el mundo natural. Ello requiere centrarse en el corazón y el alma de la transición.q
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"Sé el cambio...

sexta-feira, 27 de junho de 2014


... que quieras ver en el mundo".



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Ser vegetariano é muuuito bom

segunda-feira, 23 de junho de 2014


vantagens de ser vegetariano

O termo vegetarianismo, vem do latim vegetare que significa dar vida ou animar e consiste num regime alimentar no qual não se consome nenhum tipo de carne, quer seja vermelha ou branca, peixe ou marisco. Divide-se em três grupos distintos:

  • O lacto-ovo-vegetarianismo: regime alimentar que exclui a carne e o peixe, mas que permite a ingestão de ovos, de leite e dos seus derivados. É o mais comum, por isso é muitas vezes abreviado para vegetarianismo.
  • O lacto-vegetarianismo: igual ao interior, mas que exclui o consumo de ovos.
  • O vegetarianismo puro, ou veganismo: exclui carne, peixe, ou produtos que impliquem a exploração animal como os ovos, o leite, os seus derivados e o mel. Os veganos não utilizam vestuário de lã ou couro, cosméticos testados em animais e suplementos alimentares com derivados animais.
.Se você não é vegetariano provavelmente se pergunte: então o que comem? Muita gente acha que um vegetariano é apenas um comedor de saladas, né? Desengane-se. Exceto as carnes, a alimentação comum envolve muitos outros alimentos. A maioria dos vegetarianos são gourmets exigentes, que têm prazer em saborear uma refeição, tal como qualquer outra pessoa e que consomem todo tipo de pratos, incluindo sobremesas e doces, desde que não contenham proteínas animais.

Existem vários argumentos a favor do vegetarianismo, como: a preocupação com a saúde humana, a fisiologia digestiva do homem, a preservação do meio ambiente, o respeito pelos animais e a eficiência econômica.

Saúde
No vegetarianismo opta-se por não consumir produtos animais, por motivos éticos filosóficos, ecológicos, ou religiosos. Mas um dos muitos problemas inerentes ao consumo de carne é a sua toxicidade. Quer saber? Os animais podem acumular contaminantes químicos, numa concentração 14 vezes superior a verificada nos alimentos de origem vegetal. Basta lembrar que são alimentados com rações enriquecidas com hormonas e antibióticos.

Outra coisa: ao serem abatidos sob anestesia e em situações de stress, libertam adrenalina em excesso, contaminando ainda mais a carne. Estes aditivos quando em contacto com o nosso organismo, podem originar doenças nos sistemas imunitários e reprodutor.

Povos como os nossos, adeptos de uma dieta rica em produtos animais, são mais susceptíveis de desenvolverem doenças como o câncer de mama, de próstata ou de cólon. E mas ainda: pode verificar-se colesterol elevado, hipertensão, ataques cardíacos, obesidade, osteoporose, artrite, diabetes, asma, pedra nos rins e impotência. Ao contrário, as culturas asiáticas, nas quais a ingestão de carne é mais restrita, apresentam uma menor probabilidade da ocorrência destes problemas.

Fisiologia
Os humanos são omnívoros, podem alimentar-se de todo o tipo de alimentos, mas possuem características digestivas fisiológicas mais próximas dos herbívoros, que dos carnívoros. Exemplo disso é a presença de uma dentição com grande número de dentes incisivos e molares e um tubo digestivo longo, adaptado a digestão de legumes, frutas e cereais e em menor grau a digestão de proteínas animais. Estas tem tendência a acumular-se sob a forma de resíduos tóxicos no intestino, contribuindo para o aparecimento de doenças.

vantagens de ser vegetariano
As espécies carnívoras exibem dentes caninos encurvados e um tubo digestivo curto, no sentido de favorecer a rápida digestão, o processamento e a eliminação da carne antes que ela entre em decomposição no organismo.

Esta vantagem fisiológica confere ao homem o poder de escolha, no que respeita a alimentação. Sabendo que todos os alimentos são potencialmente digeríveis pelo nosso sistema digestivo, resta a cada um de nós escolher o que come de acordo a sua consciência.



Ecologia
Não é preciso ser um especialista para saber que o equilíbrio ecológico do planeta é condição primordial a sobrevivência de todos os seres vivos que nele habitam. Nós, humanos, somos responsáveis pela sua preservação, pois as nossas ações influenciam diretamente este equilíbrio e somos os únicos animais com capacidade intelectual para gerar e administrar esse equilíbrio. Tal responsabilidade, adquire ainda maior relevância se considerarmos que das nossas opções depende não só a nossa sobrevivência, mas também a dos demais sere vivos.

Sabemos que a pecuária, não só a industrial mas também a biológica, é uma das atividades com major impacto no ambiente. Implica consumo de grandes quantidades de água potável, ocupação de vastas áreas de terreno para o cultivo de cereais, gasto de combustíveis fosseis e utilização massiva de pesticidas e drogas. Daqui, resulta a erosão do solo, a escassez e contaminação dos lençóis de água, a destruição das florestas tropicais e a desertificação de extensas áreas da superfície terrestre.

Veja o seguinte dado: na produção de uma dieta carnívora utilizam-se 48.000 litros de água por dia, 2.400 litros diários seriam o suficiente para a produção de uma alimentação vegetariana.

vantagens de ser vegetariano

Passemos agora a um exemplo prático: todos os anos cada vez mais campos de cultivo são instalados em solos inicialmente cobertos por floresta tropical. Ao contrário do que se pode pensar, o constante desflorestamento da Amazônia deve-se sobretudo a criação de campos de cultivo de soja para alimentar gado de países desenvolvidos ou para construir pasto para o gado brasileiro. As madeireiras, a abertura de estradas e a ocupação desordenada, tem apenas papéis secundários nesta destruição.

É de salientar, que a desflorestação implica não só a erosão dos solos (perda de nutrientes e de água) como a diminuição drástica da biodiversidade vegetal e animal. Nessa desnatureza também se inscreve a indústria pesqueira, poluindo rios e oceanos, destruindo sistemas marinhos e eliminando, a uma velocidade alarmante, os estoques marinhos. E tudo isso para os seres humanos possam comer um tipo de alimento que não precisam: carne.

Economia
A opção pelo vegetarianismo também pode ser uma solução para muitos dos problemas econômicos que afetam o planeta Terra, sabia? Estudos brasileiros apontam que em cada segundo, uma área florestal do tamanho de um campo de futebol é utilizada na produção de apenas 257 hamburguers de vaca. Um boi precisa em media 3,5 hectares de terra para produzir 200 kg de carne, num período de quatro a cinco anos. Estima-se que na mesma área seja possível produzir, consoante ao tipo de cultura, cerca de: 19 toneladas de arroz; 32 de soja, 34 de milho, 23 de trigo e 8 de feijão, se pensarmos apenas numa colheita anual, sendo que nesta região são comuns duas a três colheitas por ano. Multiplique agora pelo 4/5 anos que precisa um boi. 

200 kg de carne de um boi dariam de comer uma vez a umas 1.000 pessoas (200 gramas cada pessoa). Já 76 toneladas de arroz (19 x 4 anos) alcançariam para preparar um bem servido prato (125 gramas) para 608.000 pessoas. Se quiser você pode fazer cálculos parecidos com a soja, o trigo, o feijão, etc. Enquanto isso o mundo tem cerca de um bilhão de pessoas famintas.

vegetarianismo para deter a fome no mundo

Se você acrescenta o dado de que os animais consomem ao longo da vida o valor correspondente a quatro vezes a produção mundial de cereais destinada ao consumo humano, você apreciará a enormidade do custo da criação de um animal para satisfazer a barriga de tão pouca gente. Se organizarmos uma dieta, com pratos combinados e variados, e fazemos uma comparação comprovaríamos que, em media, para cada refeição de carne produzida são usados os recursos naturais que poderiam servir para produzir 10 refeições vegetarianas.

Então? Quando a fome no mundo e o aumento da rentabilidade dos recursos terrestres se tomam cada vez mais sérios, a alimentação vegetariana surge como uma dieta rentável que pode contribuir para uma franca melhoria da situação.

Ética
Os animais são seres vivos que têm um sistema nervoso mais ou menos desenvolvido que lhes permite experimentar o sofrimento. São sensíveis e capazes de sentir dor, física ou psicológica. Sendo nós seres sensíveis e interessados em permanecer vivos, em liberdade e sem sofrer, temos de concluir que o mesmo se passa com os animais. Talvez você já experimentou isso todo com algum bicho de estimação. 

Sendo assim, a obrigação ética mais elementar passa por respeitar o seu direito a vida, a existência em liberdade e bem-estar físico, com consequente perpetuação da sua vida. Esta perspectiva moral é a pedra angular do movimento vegetariano e segundo os seus seguidores deveria ser mais do que suficiente para a adoção deste regime alimentar. Mas não é apenas isso, tem muito mais anéis nessa corrente alimentícia que nos mantém reféns de um círculo vicioso que, sem perceber, nos faz mais animais e menos gente.

Aquele que opta pelo vegetarianismo opta também por um princípio natural de não-violência, que visa o respeito por si mesmo, pelo ambiente e pela vida universal. Tal vez seja a hora de começar a experimentar, não acha? q
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Ver para creer?

sexta-feira, 20 de junho de 2014


abrir los ojos a los misterioso para ver la realidad


"A percepção do desconhecido 
é a mais fascinante das experiências. 
O homem que não tem 
os olhos abertos para o misterioso 
passará pela vida sem ver nada".


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Sanadores clásicos y modernos

terça-feira, 17 de junho de 2014



* Por Alú Rochya

Terapias aternativas. He ahí el nombre que tanto incomoda y hasta enfurece a los conservadores de la medicina académica o medicina alopática. Te preguntarás por qué. Bueno, en primer lugar porque verdades amasadas durante siglos dan mucho trabajo para ser revisadas. ¿Has advertido eso? Los ejemplos más a mano son los mitos populares, como el que indica que no se puede comer sandía -o chicayote- si antes se ha bebido vino porque puedes llegar a reventar. ¿Verdad o mito? Mito, claro. Pero mucha gente lo toma como verdad. ¿Por qué? Porque es así, responde la gente, repitiendo una afirmación durante siglos sin aceptar que sea cuestionada. Problemas del ego. El tipo prefiere morir errado si eso implica tener que aceptar que estuvo errado decenas de años. Él cree que así preserva su reputación, mientras los demás se ríen a las espaldas del pobre ignorante.

En segundo lugar los que amasaron fortunas durante décadas vendiendo por aquí y por allá sus pastillitas y vacunitas, complejos vitamínicos y comiditas sintéticas, se resisten a largar la teta de la vaca que les ha dado tanta leche. El negocio de los medicamentos es uno de los más lucrativos del mundo.

Conservadurismo, decíamos. Médicos y científicos quieren conservar sus ideas y las industrias alimenticia y farmaceútica quieren conservar sus negocios. Y por eso las barreras, las campañas y las presiones para que “todo eso no científico de las terapias alternativas” sea combatido como la inquisición combatía a las brujas.

No obstante, como a pesar de los inquisidores la Tierra se mueve, lo nuevo viene limando a lo viejo. Ley de la vida. Y entonces las terapias alternativas se vienen abriendo paso sustentadas, principalmente, en un abordaje más totalizante, más holístico de la vida, la naturaleza y, claro, del mismo ser humano. Esa mirada franquea la puerta hacia conocimientos que, en principio, parecen cosa de brujas y enseguida pueden ser vistas como obvios.

Bruja era doña Rosalía, la curandera que, cuando yo era niño, preparaba unos asquerosos brebajes de ajo molido para expulsar los parásitos y que yo apenas conseguía tragar sólo después de rendirme por cansancio a una desigual lucha cuerpo a cuerpo con mi madre. Por entonces, doña Rosalía atendía prácticamente en la clandestinidad y en fugaces consultas, curando enfermedades que los médicos académicos no conseguían curar. Hoy el ajo para combatir parásitos puedes encontrarlo en las farmacias, ya sea en comprimidos, tinturas o aceite, resultando también uno de los remedios más eficaces contra la hipertensión.

De la pastilla al tunel fotónico  
Otra brecha por la que se van colando las terapias alternativas la brinda la propia medicina alopática que va perdiendo credibilidad en buena parte de nuestro Occidente. La practica de esa medicina se centra siempre en la enfermedad de la persona y no en su salud. Al fin y al cabo, el negocio de los medicamentos necesita de gente enferma. Y el remedio que nos cura por aquí nos enferma por allá. Daños colaterales.

Sin embargo, en algunos países como Suiza, Austria y Estados Unidos ya se está avanzando en esquemas estatales destinados a la preservación de la salud para reducir los sistemas de asistencia a los enfermos que acaban resultando mucho más caro que la prevención.

Casualmente en Estados Unidos, la patria de los remedios químicos, ya es común que se les brinde a los pacientes de hospitales la opción de complementar su cuidado con práticas y procedimientos como la aromaterapia, vitaminoterapia, biofeedback, reiki, homeopatía, meditación, acupuntura, imágenes clínicas, masaje terapéutico, naturopatía. El proceso para llegar hasta ahí fue complejo y difícil. Desinformación y mentira son la cobertura del mil veces millonario negocio de los laboratorios. Sin embargo, el sistema de salud norteamericano debió rendirse ante la evidencia de que la población utilizaba cada dia más medios alternativos. Y como ahí aparecía la punta de otro negocio...

En el extremo opuesto de América, una prolongada y profunda investigación reveló que en Argentina se echa mano a una variada gama de fuentes curativas, muchas veces combinando unas con otras. Junto a la medicina académica o alopática, las personas apelan a medicinas tradicionales como el curanderismo o el chamanismo; autotratamientos con remedios caseros; sanaciones religiosas ensayadas por católicos carismáticos, evangélicos o afroamericanos; o terapias tan diversas como reiki, acupuntura, cromoterapia, dieta macrobiótica, terapia de vidas pasadas, medicina ayurvédica, aromaterapia, astrología o túnel fotónico, entre muchas otras. Una radiografía de los demás países de América Latina revela un cuadro similar.

La mirada holística de las nuevas y ancestrales terapias no sólo tienen en cuenta el cuerpo de la persona. También el campo magnético que envuelve a ese cuerpo; también el alma; también las experiencias de vida anteriores de esa alma; también las cartas astrales; también su medio ambiente, y, en fin, la ligazón de la persona con el cosmos todo.

¿Curanderos modernos? Sí, curanderos, sanadores o como quieras llamarlos. Si curan y sanan... ¿Modernos y tradicionales? Modernos unos, tradicionales otros. Unos usan modernos radares de vibración otros simples agujitas de tradición milenar. Prácticas que no deben negar a la medicina académica. Terapias alternativas y alopáticas que deben utilizarse y combinarse en lo mejor que cada una de ellas tenga. Y usadas por cada persona según lo que a esa persona -única, singular- le resulte mejor.

En el video que tienes ahí nomás abajito encontrarás una información básica y a la vez interesante sobre algunas de esas terapias. Una vez que lo eches a andar, es recomendable que juegues con el botón de pausa para que puedas leer tranquilamente los textos. Salud, amig@!!!
   

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50% das florestas estão ameaçadas

domingo, 15 de junho de 2014



Nada menos que a metade das 8.000 espécies e subespécies das florestas do mundo está em risco por causa dos desmatamentos, da agricultura e das mudanças climáticas, especialmente no Brasil, segundo um alerta da FAO (Organização das Nacões Unidas para a Agricultura e a Alimentacção)que reclamou "ações urgentes" para administrar melhor o espaço verde do planeta e a diversidade genética.

Em seu primeiro estudo global sobre recursos genéticos florestais, a FAO  informou que as florestas estão encolhendo mais rápidamente no Brasil, na Indonésia e na Nigéria. "As florestas fornecem alimento, bens e serviços que são essenciais para a sobrevivência e o bem estar de toda a humanidade", explicou, em um comunicado, o diretor de silvicultura da FAO, Eduardo Rojas-Briales.

"Todos estes benefícios dependem de salvaguardar o rico estoque da diversidade genética das florestas do mundo, que está em risco crescente", concluiu. O relatório indica que os dez países que perderam mais cobertura florestal entre 1990 e 2010 foram Brasil, Bolívia, Venezuela -na América Latina-, Indonésia, Nigéria, Tanzânia, Zimbábue, República Democrática do Congo, Birmânia  e Austráliaq
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Prejuicios / preconceitos

sexta-feira, 13 de junho de 2014




“Triste época la nuestra 
en que es más fácil desintegrar un átomo 
que un prejuicio”.

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“Triste época a nossa em que resulta mais fácil 
desintegrar um átomo antes que um preconceito”.


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La agonía del materialismo

quarta-feira, 11 de junho de 2014



* Por Alú Rochya

El mundo se va acabar. Aunque algunos prefieran la duda. O cerrar los ojos a lo inevitable. Son justamente aquellos que desean que el mundo siga girando así, como venía girando: alrededor de sus tiernos ombligos y de sus infinitas chequeras. Pero, a partir de la fecha de 21 de diciembre del 2012, algo extraordinario parece estar aconteciendo a nivel mundial. Las crisis se arrastran sin solución cierta y definitva a la vista, y se tiene la sensación de que las cosas, así como están, no van más. Algo se está terminando, algo está cambiando. Esta vez para siempre.

3.000 millones de personas ganan menos de dos dólares diarios, lo que significa que están por debajo del nivel de la pobreza. 1.200 millones de ellos ganan menos de un dólar diario y están por debajo de la pobreza extrema y hay 900 millones de personas que, directamente, no tienen qué comer. Según datos de la Unicef, cada día mueren unos 19.000 niños por causas evitables (hambre, higiene, vacunas). Es decir que al año, se nos mueren unos 7 millones de pequeños ( 1 cada 4 segundos). La mayoría de esos infantes podrían salvarse con menos de 50 centavos de dólar diarios. Poco más de 3 millones de dólares por año. Sólo Bill Gates, que guarda en su cuenta 65 mil  millones de dólares, podría evitar la muerte de esos niños durante unos 20 años invirtiendo apenas el 0,1% de su fortuna.

Así, se torna imposible sostener por mucho tiempo más una masacre de ese tenor. Sí señores, este mundo se va acabar. En realidad, este mundo ya se está acabando. Aunque quizás falte padecer mucho dolor todavía. Sólo en América Latina y el Caribe unos 180 millones de pobres siguen sin chance alguna de optar por una vida digna, mientras algo así como 60 millones de almas siquiera tienen la posibilidad de reconocerse como tales, sumidas en la miseria total y entregadas a la desesperada lucha por la sobrevivencia de sus cuerpos.

Ese mundo tan desigual está agonizando. No se trata apenas de una crisis del capitalismo como prefieren creer nuestros propios gobernantes, que intentan –algunos con las mejores intenciones- reorganizar el sistema, refundar el capitalismo y otros devaneos. No se trata de una crisis coyuntural. Ni siquiera de una crisis estructural. Se trata de una crisis terminal. Es algo más profundo y definitivo: el fin de la actual civilización materialista. Lo que estamos vivenciando más que una época de cambios es un cambio de era.

No hay peor ciego...
El fin de la civilización humana está presagiado desde sus propios inicios y ha inquietado al ser humano desde siempre. Lo que hoy llama poderosamente la atención es la coincidencia creciente de diversas profecías y la convergencia con ellas de desastres ambientales y estudios científicos.

Civilização

segunda-feira, 9 de junho de 2014



"El efecto de toda civilización
llevada al extremo
es la sustitución del
espíritu por la materia
y de la idea por la cosa"

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O fim do mundo ainda vai chegar

sábado, 7 de junho de 2014


"Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar...
-Assis Valente-

* Por Alú Rochya

Ao final, a tão badalada data do 21 de dezembro do 2012, onde algum tipo de fim do mundo iria suceder, acabou passando sem pena nem glória. Aqueles que auguravam dias de absoluta escuridão, com o diabo correndo à solta encima de terremotos, tsunamis e outras desgraças funestas, fecharam o bico e não deram sinais de autocrítica. Tampouco os mais céticos -que vinham zombando dos presságios apocalípticos acreditados aos maias- fizeram barulho nenhum. Foi como se nada tivesse acontecido nesse dia, engolido logo pelos ilusórios presentes de Papai Noel. Porém, muito aconteceu. E ainda há muito a acontecer.

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar, sim, mas não foram os maias quem falaram isso. Mesmo que previram que graves catástrofes poderiam ocorrer, as profecias que os maias galácticos deixaram escritas centenas de anos atrás não falavam de um inevitável final do mundo mas em um final de ciclo. Eles projetavam um desenvolvimento de nosso mundo que chegaria a um ponto culminante em 21 de dezembro de 2012, momento em que uma conta larga (26.000 anos) do seu calendário finalizava (final dos tempos) para começar uma outra conta que iria a inaugurar um novo tempo de mais luz, de mais clareza e, por tanto, de ampliação da consciência da realidade na qual vivemos.

Se esse final/começo viria a ser mais ou menos pavoroso iria a depender, essencialmente, do papel dos seres humanos, do nível dos seus pensamentos, das capacidades mentais para criar melhores condições nessa transição. Agora é que começa um período conturbado, começa a se manifestar o início da transição daqueles tempos da escuridão -regido por um apego trágico ao materialismo- para uma nova civilização humana onde uma maior espiritualidade -basada no amor incondicional- gere um equilíbrio mais frutífero e feliz entre a densa matéria onde tudo se manifesta e o sutil espírito que a tudo lhe dá vida.      

Das 7 profecias maias é na segunda onde podemos achar os sinais mais precisos da natureza dos tempos atuais. O que apareceu ali,  nos antigos códices, reflete o que acontece hoje. Por uma parte estamos testemunhando que o planeta se estremece reciclando-se e adaptando-se às mudanças que estão acontecendo em nosso sistema solar. Por outra, em nossas sociedades, assistimos a inéditas expressões de conflitos, revoltas, guerras civis, destruição, loucura coletiva, esquecimento dos valores, atos aberrantes. Tudo parece piorar e parece que tudo vai acabar mesmo.

Os textos estampados nos papiros e gravados nas pedras das pirâmides maias guardaram duas mensagens: uma de alerta e outra de esperança. O alerta profetiza o que está programado para acontecer nos dias que estamos vivendo. A esperança mira a inteligência dos homens e as mudanças que devemos propiciar em cada um de nós mesmos para fazer com que a humanidade acompanhe, em plena consciência, o final de um longo ciclo e o começo de uma nova era que pode resultar um tempo melhor e mais luminoso, mais limpo, mais amoroso.


Dançando com o rei Sol
Os maias galácticos -anteriores aos maias clássicos- eram surfistas cósmicos e já chegaram à Terra com conhecimentos precisos do comportamento de nossa galáxia. Vivemos em meio de um monumental campo magnético que permite que todo o sistema solar funcione de modo harmônico e que a gente navegue pela imensidão pisando na coberta da nave Terra. E na medida que se produzem modificações nas posições dos astros, as energias dos planetas e do próprio Sol se movimentam em diversas frequências e magnitudes, influenciando-se mutuamente.

Nesse sentido, era sinalizado que, chegando a dezembro de 2012, o posicionamento dos astros faria com que a energia emanada pelo centro de nossa galáxia, a Via Láctea, aumentasse a energia da estrela Alcíone, que é o sol central da constelação das Plêiades. Por sua vez, Alcíone enviaria mais energia a nosso Sol –que gira em torno dessa estrela- acelerando a vibração deste e dos planetas e satélites de seu sistema.



As violentas mudanças físicas do Sol e da Terra produzem mudanças nos seres humanos e demais seres vivos. Com o nosso corpo envolvido por um campo magnético similar àquele que envolve ao planeta, nós interatuamos com esses movimentos e essas vibrações nos modificam no físico, no químico, no psicológico, no espiritual. Quer dizer: dançamos ao ritmo do Sol.


Claro, tantas mudanças tem uma derivação lógica: nossa forma de sentir e de pensar acaba por se alterar. Assim, os relacionamentos e os modos de comunicação se transformam. Nesse caminho, os maias asseguravam que todo nosso sistema de crenças e valores entraria em colapso. E a crise colocaria em jaque os sistemas econômicos, sociais, de ordem e justiça.  ¿Não é, acaso, o que está acontecendo, mais ou menos, em toda parte do mundo?


Entre o céu e o inferno
A civilização que tem construído o homem chega ao fim, simplesmente, porque chega também ao fim um ciclo astral. Em seu giro permanente ao redor de Alcíone, o sistema solar inicia uma nova volta galáctica, na que irá a receber muita mais luz para produzir uma outra energia, uma outra vibração, mais sutil, mais elevada.

O ser humano poderia ter chegado melhor a este momento da viagem estelar, mais preparado para esse grande salto energético, se houvesse desenvolvido uma civilização mais equilibrada, mais justa, mais pacífica. O passo à nova fase poderia ter sido mais harmônico, com menos sofrimento. No entanto, também poderia haver acabado no apocalipse total. E, como pode se enxergar, parece que não haverá nem uma coisa nem a outra. Nem harmonia nem apocalipse.


Porém, tratando-se de mudanças, tudo será turbulento e todas as opções estarão disponíveis praticamente sem censura e os valores morais serão mais laxos que nunca antes, permitindo assim que cada um se manifeste livremente, tal como verdadeiramente é.


Isto implica que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e que cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo de seu próprio comportamento. No céu, com a sabedoria para transcender voluntariamente tudo o que de bom ou nefasto venha a acontecer. No inferno, com a ignorância para aprender com o sofrimento. A lei de causa e efeito estará em absoluto vigor.




Céu e inferno. Duas forças inseparáveis. Uma compreende que o universo todo evolui procurando a perfeição. Tudo muda e o goze maior é viver essa experiência de coração e mente abertas, entregue à aventura cósmica. A outra força está enredada num plano material que só alimenta o ego, o egoísmo, a obsessão pela imagem, pela aparência, o desespero por ter coisas e por prender-se à matéria, desdenhando o ensinamento de um grande filósofo alemão:  tudo que é sólido se desmancha no ar.

Durante este período de transição, aqueles deuses, anjos, orixás, santos que eram nossa guia e proteção vão se retirando, soltam nossa mão. Acontece que a gente está chegando à maioridade. Já está na hora de nos fazermos cargo de nós mesmos, de caminhar com nossas próprias pernas. Isso significa que deveremos ampliar nossa consciência e trabalhar mais para nos conhecer melhor.

Mas ao mesmo tempo significa maior liberdade. Já não temos proteção nem guia mas temos ganho autonomia, independência para compreender a vida e decidir o quê fazer com ela. Não temos mais que seguir duvidosos lideres nem falsos profetas. Basta com ouvir atentamente o nosso coração, o nosso Deus interior. Agora é o livre-arbítrio funcionando a full.


Esse é o signo desta época. Cada qual decidirá, a cada momento, o quê fazer, como fazé-lo, qual caminho pegar. Os maias diziam que nessa hora certos homens iriam perder facilmente o controle de suas emoções, em tanto outros afirmariam sua paz interior e sua tolerância evitando os conflitos.


Luzes e sombras
Cada dia o jornal nos traz inquietantes notícias. Sacerdotes católicos estuprando a  crianças indefesas; pastores evangélicos incitando a persecução de adeptos do candomblé e de maometanos; clérigos muçulmanos conclamando o assassinato daqueles que profanarem o Alcorão; filhos que degolam a suas mães; mães que enterram a seus bebês vivos em lixões; pães abusando e engravidando a suas próprias filhas; púberes sicários matando e morrendo por um punhado de dólares; homens-bomba despedaçando inocentes; militares torturando prisioneiros de guerra; abomináveis crimes passionais; prostituição infantil... e por aí vai.

Não deixemos de nos espantar perante as ignomínias e os atos execráveis. Repugnemos todo isso.  No entanto, saibamos compreender o que está havendo. Antes  do amanhecer é quando a noite se faz mais escura. O fim dos tempos ruins, materialistas, consumistas, injustos chegou para deixar a todo mundo nu, para transparentar a realidade, para acabar de vez com toda ilusão.


Diziam os maias que nessa transição a humanidade se concentrará em seu lado negativo e assim poderá ver claramente o que está fazendo de errado. Este é o primeiro passo para mudar a atitude e conquistar a unidade que permitirá a aparição da consciência coletiva, da noosfera.

Também se multiplicarão os acontecimentos que nos separam. A agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologias, religião, modelos de moralidade ou nacionalismo. Porém, simultaneamente mais pessoas acharão a paz, aprenderão a controlar suas emoções, serão mais tolerantes e compreensivas, estimulando assim circunstâncias de solidariedade e de respeito com os demais, de unidade com o planeta e com o cosmos.


Surgirão homens com um altíssimo nível de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a sanação. Contudo, infelizmente, também aparecerão fraudadores procurando apenas obter ganhos econômicos explorando o desespero alheio.


Construir outra realidade
E no final do ciclo cada homem será seu próprio juiz. Quando o homem entre no salão dos espelhos para examinar tudo o que fez na sua vida, será classificado pelas qualidades que tenha desenvolvido, pela seu jeito de atuar no dia a dia, pelo seu comportamento com os demais e seu respeito pelo planeta.

Entre tanto, todos irão encarando a vida conforme àquilo que em verdade seja cada um. Quem conserve a harmonia compreenderá que o que está acontecendo é um processo de evolução do universo todo. Já outros, seja por medo, frustração ou cobiça acabarão culpando aos demais ou mesmo a Deus por tudo aquilo de ruim que venha a suceder.


Na tarefa de reconhecimento e administração das condições destes tempos de transição fim/começo os seres humanos deveríamos nos ajudar entre todos. No entanto, aquela porta que iremos transpor deixando para atrás a atual civilização basada no medo, no ódio e no materialismo só poderemos atravessa-la de maneira individual.




Ampliar nossa própria consciência, compreender o que está acontecendo, sentir as brutais mudanças de vibração planetária em nossa própria pele e liberar nosso coração para ele vibrar na onda maior do amor incondicional será o único jeito que teremos de passar para um outro estado de vivência superior, de maior qualidade. Para aqueles que não estejam preparados física, mental e espiritualmente para alinhar-se com essas vibrações novas os efeitos da mudança poderão resultar negativos e até destrutivos.

A segunda profecia dos maias afirma que se a maioria dos seres humanos muda seu comportamento e se sincroniza com o planeta, poderão se neutralizar os câmbios drásticos que descrevem as outras profecias. O homem sempre decide seu próprio destino e muito especialmente nesta época de máxima disponibilidade do livre-arbítrio. As profecias são apenas advertências feitas pelos sábios nos orientando a tomar consciência da necessidade de mudar o rumo para evitar que elas se façam realidade. ¿Seremos capazes de construir uma realidade melhor?...


Ao reconhecer que os seres humanos criam a sua própria realidade com os seus próprios pensamentos, Albert Einstein dizia: “O mundo que temos feito, como resultado do nível de pensamento que tivemos, até agora cria problemas que não podemos resolver respondendo no mesmo nível. Para mudar, iremos precisar de uma maneira substancialmente nova de pensar...”. Mudar todos os velhos padrões, essa é a tarefa da hora.q    
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Dia Mundial do Meio Ambiente

quinta-feira, 5 de junho de 2014



Mesmo refletindo paisagens maravilhosas e aproveitando suas belezas para a exploração do turismo, os denominados Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento como as Ilhas Maldivas (na foto acima) estão sob seríssima ameaça pelo aumento paulatino do nível do mar. Por isso o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) dedica este Dia Mundial do Meio Ambiente, a esses pequenos estados afetados pelas mudanças climáticas, chamando a atenção da comunidade internacional ao respeito.

Barbados, uma ilha caribenha que vem investindo veementemente em projetos contra a mudança do clima, será a sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA) neste 5 de junho de 2014.

Aquí, no site do DMMA, você poderá achar outras informações interessantes (em português, inglés e espanhol).q
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Vivir bien, dignos y felices

quarta-feira, 4 de junho de 2014




* Por Alú Rochya

Una idea de vida surgida en las comunidades indígenas del Abya Yala -América- se está abriendo paso en el incipiente pensamiento filosófico del siglo XXI. Es el concepto de el buen vivir  que, en oposición al vivir mejor, se plantea como un modelo de vida o de desarrollo más justo, más sostenible o sustentable, más ecológico. Está avanzando con especial fuerza en América Latina, hasta el punto que, recientemente, Ecuador y Bolivia han incluido el buen vivir en sus respectivas constituciones como el objetivo social a ser perseguido por el Estado y por toda la sociedad.

En oposición al vivir mejor occidental y al vivir cada vez mejor de la lógica neoliberal, el buen vivir propone un modelo de vida mucho más justo para todos. Para que unos pocos vivan mejor, que es lo que sucede ahora en el Primer Mundo, para asegurar esas desmedidas demandas de consumo y despilfarro, tiene que existir un Tercer Mundo que provea de materias primas y mano de obra baratas. En definitiva, muchos tienen que “vivir mal” para que unos pocos “vivan bien”.

El buen vivir es, en cambio, muchísimo más equitativo. En vez de propugnar el crecimiento contínuo, busca lograr un sistema que esté en equilibrio. En lugar de atenerse casi exclusivamente en datos referentes al Producto Interior Bruto u otros indicadores económicos, el buen vivir se guía por conseguir y asegurar los mínimos indispensables, lo suficiente, para que la población pueda llevar una vida simple y modesta, pero digna y feliz.

Es bueno destacar que el buen vivir no puede concebirse sin la comunidad. Justamente, el buen vivir irrumpe para contradecir la lógica capitalista, su individualismo inherente, la monetarización de la vida en todas sus esferas, su deshumanización. Aunque su escenario de puesta en práctica ideal sea el campo, dónde la articulación política del buen vivir en modestas pero felices comunidades soberanas y autosuficientes resulta más sencillo, también existen intentos de llevar el buen vivir en las ciudades, con asambleas de barrio, búsqueda de espacios comunes de socialización, huertos urbanos, bancos de tiempo, cooperativas de consumo, etc.

El buen vivir constituye un paradigma de sociedad sustentable basado en el acoplamiento equilibrado y equitativo entre economía y naturaleza, de tal suerte que la vida entera esté garantizada para la especie humana. Y aquí cabe una precisión fundamental: en una relación de reciprocidad entre seres humanos y naturaleza, la especie humana al garantizarse a si misma su continuidad garantiza la supervivencia de todo lo demás, facilitando que los encadenamientos tróficos fluyan sin quebrantos y los ecosistemas mantengan su equilibrio y así puedan cumplir su misión ecológica de sustentar toda forma de vida. O sea: un círculo virtuoso de ecología viva.


Reencontrar el sentido de la vida
Para ingresar a la comprensión y construcción de este nuevo paradigma se hace necesario deshacernos de visiones aparentemente novedosas sobre sustentabilidad y sostenibilidad, pero que buscan más la sostenibilidad del capital que de la naturaleza. En el Tercer Mundo, el discurso del desarrollo sostenible redefine al medio biofísico como "ambiente", y concibe a éste como una reserva para el capital.

Más aún, dentro de este discurso es imposible hablar de naturaleza como construcción socio-cultural. La naturaleza desaparece al ser reemplazada por el ambiente. Se declara así la muerte semiótica de la naturaleza como agente de creación social. Al mismo tiempo, el desarrollo sostenible reduce la ecología a una mayor forma de eficiencia. Se trata ahora de producir más a partir de menos, y con mayor racionalidad. Pero de lo que se trata, casualmente, es de producir menos, quemar menos recursos planetarios, administrarlos con sabiduría para que pueda cumplirse siempre el ciclo de renovación y siempre pueda disponerse de los recursos realmente necesarios para todos.


En el proceso de cambio de matriz energética, la biotecnología se erige como encargada de asegurar el uso eficiente y racional de los recursos. En los últimos años, las comunidades locales y los movimientos sociales están siendo llamados a participar en estos esquemas como "guardianes" del capital social y natural. De esta forma, discursos tales como los de la biotecnología y la biodiversidad pueden terminar asistiendo al capital en la conquista semiótica del territorio: "las comunidades, o sus sobrevivientes, son finalmente reconocidos como dueños legítimos de sus recursos ‑o lo que queda de ellos‑ pero sólo en la medida en que acepten ver y tratar estos recursos (y ellos mismos) como "capital" a ser puesto en circulación en beneficio del proceso de acumulación".

Esta entrada ecológica requiere de cambios fundamentales en el entendimiento del sentido de la vida por parte de la especie humana. Ello implica que la economía cobre una dimensión diferente al crecimiento económico y a la acumulación capitalista. El fetiche del consumo que la empresa capitalista nos inyecta en los poros de nuestro imaginario sobre la realización de la felicidad al poseer sus productos es la gran alienación de lo humano sobre los elementos constitutivos del ser: solidaridad, comunidad, respeto, paz, sencillez, etc.

En la búsqueda de vivir bien el equilibrio absoluto con la Madre Tierra es básico, esencial y determinante. Los saberes ancestrales de los pueblos indígenas para con el planeta pueden resultar claves para ensayar esta nueva comprensión del sentido de la vida. Nacido del conocimiento de la profunda conexión e interdependencia que tenemos con la naturaleza, el buen vivir y su apuesta por un desarrollo a pequeña escala, sostenible y sustentable, nos parece una solución no sólo positiva sino necesaria para impulsar una vida digna para todos a la vez que garantizar la supervivencia del planeta.q
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