O espírito do dinheiro

terça-feira, 30 de setembro de 2014



* Por Oscar Quiroga

Vivemos, sabemos disso, mas ao mesmo tempo sabemos que temos uma impressão distante da Vida, como se esta acontecesse à nossa revelia, ou como se nós, humanos, estivéssemos exilados da natureza, desterrados do paraíso.

É propício, por isso, perguntar, em que momento de nossa história evolutiva perdemos o contato com a Vida que nos anima? Em que condições isto aconteceu? Ora, podemos elaborar complicadíssimas teorias a respeito, mas nada disso nos ajudará, e talvez muito pelo contrário, todas as teorias e elucubrações apenas nos sirvam para cimentar ainda mais nossa ignorância. O assunto agora, seres humanos -e é justamente por isso que me dirijo a vocês na qualidade de seres humanos- é superarmos a estreiteza mental com que consideramos a realidade, passando a focar nossa consciência em tudo que temos em comum.

Essa mania de exílio e de separatividade com que tratamos todos os assuntos da Vida já deu tudo que tinha para dar, já causou todos os sofrimentos e agonias imagináveis e, a partir de agora, teremos de nos apressar para ocupar o lugar merecido, o lugar destinado, o lugar de distribuidores de energia cósmica, fazendo com que nossas presenças se integrem à infinita rede de distribuição de Vida.

Seres humanos, é fantástica a oportunidade que nossa espécie tem em mãos. Esta é disponível, porém, não acontecerá por si só, e é justamente por isso que uma das coisas mais importantes e proveitosas que podemos fazer em benefício do mundo e até de nós mesmos, é  parar com essa mania de buscar oráculos  para ver o que vai nos acontecer, porque neste momento de nossa história evolutiva importa menos aquilo que nos acontecerá, e muito mais a maneira com que nós mesmos aconteçamos, e por acontecermos, fazer com que as coisas aconteçam também.

Por isso, seres humanos, evitem buscar oráculos para saber o que vai lhes acontecer, dediquem esta mesma busca pelos oráculos para entender melhor qual seria a maneira mais sábia de vocês acontecerem. Enquanto isso, e enquanto nos esforçamos para acontecer, mantenham o foco da consciência absolutamente lúcido a respeito da oportunidade fantástica que nossa espécie tem em mãos, reconhecendo que o único que ainda falta para realmente aproveitar esta oportunidade é recuperar a noção do que é sagrado.
 
A crise global é espiritual
Seres humanos, enquanto tivermos noção e reverência pelo que for sagrado, tudo continuará indo muito bem, pois ainda que continuemos andando à cegas, sem saber muito bem o que acontece, pelo menos aconteceremos da melhor forma possível, participando de eventos cósmicos a despeito de não sabermos os detalhes deste processo. A reverência pelo sagrado garantirá que tudo que fizermos terá espírito, terá alma, que nossos negócios terão o sopro vital que os transformará de atividades meramente egoístas em exercícios produtores de benefícios para o todo de nossa espécie.

Seres humanos, nós já provamos que somos capazes de executar obras titânicas, mas também provamos que amesquinhamos tudo que fazemos ao separar estas obras do espírito que as anima, e que por ter operado esta separação, a grandeza original se perdeu de vista, aparecendo a miséria em seu lugar. Desafortunadamente, nos moldes da civilização atual, o nosso grande e principal obstáculo na procura de mais espírito são as próprias religiões, que se transformaram em corpos de doutrina morta, sem capacidade de ensinar às pessoas como entrar em contato com o Altíssimo nem tampouco como estabilizar este contato.


Seres humanos, apesar de que as religiões e doutrinas espirituais se dedicaram a demonizar a matéria e também o trabalho dos executivos e governos, continuamente dedicados a encontrar métodos de organização eficientes que produzam maior comércio e finanças saudáveis e prósperas, estes esforços, assim como os da ciência, também representam o advento da Era de Aquário, porém ainda são carentes de ideal e, por isso, mesmo que corretos, não produzem o resultado destinado. A crise que enfrentamos globalmente não é resultado de que no futuro não teremos instituições e governos, esta crise é real justamente porque representa para nós a perspectiva de espiritualizarmos o que até aqui parecia prescindir do espírito.
 
Alma do negócio
Falta pouco, mas o pouco que falta é o mais importante e, por sê-lo, não admite erros nem mais procrastinações, e se tiver de ser encontrado através da desgraça, assim será. Entendam seres humanos, não há nada de errado no comércio, não há nada de errado na prática de se buscar realizar obras grandiosas e de enriquecer a realidade, porém, há um erro de proporção. Nada disto poderia ser feito sem o sopro divino, sem a alma do negócio, se você tira a alma do negócio, fica apenas uma carcaça mesquinha, que produz miséria no lugar daquilo que se buscava originalmente, prosperidade e felicidade.

Por isso, seres humanos, não desistam, mas pelo contrário, insistam, persistam no caminho da correção, que o verdadeiro problema não está nas limitações do mundo físico, na qualidade de nossos corpos ou nas adversidades de ordem financeira que eventualmente soframos. O verdadeiro problema radica no melhoramento desse ser subjetivo que nós somos, pois é este o nosso destino, superar todas as contrariedades encontrando força e poder no centro do coração, em vez de fazer o que constante e teimosamente fazemos, que é esperar que nossa existência aqui na Terra seja folgada e sem limitações para só então nos dedicarmos ao fortalecimento do vínculo com o espírito.

Este é o nosso erro básico e até que não o saremos nada de novo nunca acontecerá conosco. O melhoramento do ser interno e subjetivo é o verdadeiro destino, a superação de nossas fraquezas, de nossa triste e fraca vontade, da nossa falta de tenacidade na conquista dos propósitos que nós já conseguimos enxergar, mas que ainda tratamos com preguiça e indolência, como se tivéssemos outros assuntos mais importantes do que este para tratar. A respeito de cada problema que enfrentamos no mundo físico nós temos à nossa disposição inúmeros remédios, todos muito eficientes, porém, o verdadeiro problema reside na falta de vontade  para colocá-los em prática, pois todos estes representam o domínio da própria natureza e isto não é algo que possa ser atingido de forma automática, como efeito do toque de uma varinha de condão.

Tudo exige disciplina de nossa parte, exige esforço e constância, e principalmente exige uma boa vontade, uma vontade firme que não se apavore quando os primeiros demônios aparecerem, ou que não se deixe seduzir por todas as ilusões que, irremediavelmente, aparecerão no caminho de quem começa a fazer com que sua luz espiritual, aquela que garante a participação nos eventos cósmicos, começa a se irradiar do centro do coração em direção ao mundo, tornando sua presença uma influência marcante.
 
Que demônios são esses?
Seres humanos, paremos de demonizar a prática dos negócios e a política também, pois a intensa concentração da mente no mundo dos negócios é um exemplo de meditação, de consagração a um objetivo de forma permanente. Apesar de ter se demonizado esta situação desenhando-a como um desperdiço de energia mental, no fundo é um exemplo de dedicação ao processo organizacional que o Plano Cósmico requer para continuar se processando da melhor maneira.

Porém, antes de começar a celebrar como se tudo estivesse correto no mundo materialista, há de se observar que, por enquanto, tudo está bem na sua forma, mas carente de essência, e este detalhe acaba produzindo resultados opostos aos esperados. Busca-se prosperidade, mas acaba se encontrando a miséria. Falta o ideal que vivifique o trabalho executivo das organizações.


Por isso, a oportunidade atual é fantástica, porque nós colocamos em marcha muita coisa e só falta vivificar o mundo com espírito, permitindo que o mundo que inventamos aceite o sopro vital que se encontra disponível, para que a matéria se coloque ao serviço de um ideal superior. Este é um processo que está em andamento individual e coletivamente, da mesma forma com que temos de colocar nossas personalidades físicas à disposição de nosso Eu superior, nós também teremos de colocar à disposição do espírito as instituições mundanas.

A oportunidade disponível é a de dar o próximo passo, melhorar consagrando o intenso esforço que governos e corporações concentram no mundo dos negócios a um ideal superior. Hoje em dia as estruturas estão corretas, do ponto de vista formal, pois foram produzidas por um novo tipo de meditação, diferente da contemplativa, mas não por isso menos eficiente, que é a concentração da mente na organização de negócios e comércio.
Porém, esta estrutura carece de alma, falta alma ao negócio, e o próximo passo disponível é que os humanos de negócios e dos governos recuperem o ideal que proveja com sentido a tudo que já fazem e sabem fazer. Este é o sopro vital que falta, mas que se encontra disponível, é o próximo passo. É fácil dar este próximo passo? Nada é fácil, muito menos fazer com que o dinheiro sirva a um propósito maior do que meramente acumulá-lo.

Porém, há seres humanos de boa vontade espalhados em governos e corporações do mundo inteiro, preparados para fazer esta transmutação de ideais, preparados para devolver a matéria aos seus verdadeiros donos, pois intuem que só assim a verdadeira riqueza acontecerá entre o céu e a terra, já que, inclusive, eles e elas pastaram o suficiente para perceberem que aquela velha frase, aquele chavão dinheiro não compra felicidade era muito mais realista do que se imaginava.

Dinheiro e felicidade só se conjugam na mesma medida em que se consagrar o dinheiro a um ideal elevado, e por isso este dinheiro seja distribuído em vez de simplesmente acumulado. Seres humanos, todos sabemos intimamente que isto é real, que esta verdade precisa ser colocada em marcha, manifesta da melhor forma possível, mas ainda não nos atrevemos a isto, pois nos convencemos de ser impossível deter a voragem do mundo, já que este vai passar por cima de nossas vidas se nos atrevermos a contrariá-lo.
 
O próximo passo
A este respeito, seres humanos, é importante perceber que nós não devemos buscar a oportunidade de dar esta virada longe do lugar em que nos encontramos, pois esta se encontra disponível onde estamos, na família que constituímos e na vida cotidiana que levamos. Isto vale para todas as pessoas, porém, só as de boa vontade, que estão prestes a transfigurar esta boa vontade em vontade para o bem, terão olhos lúcidos o suficiente para percebê-la, e por isso aproveitá-la também.

A oportunidade será encontrada na atenção dada aos deveres, no esforço empreendido para superar as dificuldades e, principalmente, na íntima aderência ao que é sagrado, pois sem este detalhe nada demais acontecerá com ninguém, e nenhuma oportunidade se revelará. Tudo está certo em sua forma, só falta o espírito fertilizar a forma. Recuperar o sagrado é o passo seguinte, trazer o sagrado de volta para a família, de volta para a vida cotidiana, para o espaço de trabalho, para tudo que parecia estar exilado da participação nos eventos cósmicos.

Aumentem o espaço e tempo sagrado em suas vidas particulares, dentro de suas casas e em todos os relacionamentos de que participarem, percam o pudor de falar abertamente do espírito!


Enquanto isso, sejamos compassivos e compreensivos, pois é natural que, de acordo com os acontecimentos atuais, vejamos os humanos de negócios quebrando a cabeça, já que estão convencidos de que fizeram tudo certo, mas percebem que deu tudo errado. O certo que fizeram foi ter aproveitado a onda cósmica organizacional, consagrando suas mentes e corações ao trabalho executivo de programar com o maior detalhe possível todos os passos que estruturariam a prosperidade material.

Porém, faltou alma ao negócio, os motivos de tão intenso esforço não foram puros o suficiente, pois apesar de que no início de tudo o humano vislumbrou que teria de compartilhar e distribuir os recursos amealhados, na hora de dar este passo falhou, e continuou açambarcando em vez de distribuir. Faltou espírito, faltou alma ao negócio, mas esta oportunidade se torna disponível, agora, mais do que nunca, e só isto importa.

Destruir com cuidado
As grandes organizações de negócios, o mundo do comércio e das finanças, assim como também as comunidades civilizadas, têm ao seu dispor a oportunidade de recuperar a alma que foi exilada no percurso do caminho, já que no início lá estava ela, bela e radiante, na forma do ideal de distribuição de recursos que deu o impulso vital a todos os negócios, governos e até à própria democracia.

Porém, os humanos, por pura tolice, começaram a se convencer de que os recursos amealhados ainda não eram suficientes para ser distribuídos, e assim a alma foi sendo exilada até ser literalmente esquecida. Porém, a alma não esqueceu o processo, e agora retorna, e em seu estandarte vem Shiva, o destruidor de limitações, para que tudo volte ao plano original. 


Seres humanos, tenham certeza de que destruiremos tudo que limita o surgimento da verdadeira riqueza, destruiremos tudo que for obstáculo para a evolução, mas teremos de ter sumo cuidado para não nos comprazer com a destruição, pois desta forma cometeríamos o mesmo erro de todos nossos antepassados e perderíamos de vista o sopro vital que anima este momento.

Destruiremos em nome da visão que temos de uma realidade mais pura, sagrada e próspera  para a maior quantidade possível de pessoas. Este é o destino, que atingiu seu momentum e não pode mais ser detido. Hora de escolher de que lado você vai querer ficar nesta luta, do lado do passado ou do lado do eterno agora, que é o espírito. Hora de decidir se você vai dar o próximo passoq
 
Texto antigo porém assustadoramente atual do astrólogo e bruxo Oscar Quiroga,  publicado sob o título  O Próximo Passo.
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Amar o que fazemos

sexta-feira, 26 de setembro de 2014


amar lo que hacemos


"A única maneira de fazer
 um grande trabalho 
é amar o que você faz. 
Se ainda não encontrou o que é, 
continue buscando. 
Não sossegue. 
Assim como acontece 
com todos os assuntos do coração
um dia você saberá que achou 
aquilo que procurava".

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Prato do dia, ravióli vegetariano

segunda-feira, 22 de setembro de 2014



Mais das metade da água doce consumida no mundo é aplicada na cria de gado e na irrigação de terras para a produção agrícola intensiva de alimento para bois, porcos, aves, etc. Quanta água, meu Deus!... Pois é, acontece que para produzir um quilo de carne  são necessários mais de 20.000 litros de água doce. Enquanto para produzir um quilo de arroz é preciso 454 litros e já para um quilo de trigo alcança com apenas 227 litros.

Que tal começar a parar de comer carne, pelo menos toda segunda, e contribuir assim para nossa saúde, para a saúde do planeta e para economizar a água que, como acontece em São Paulo, começa a ficar escassa. 

Se você topa suspender seu consumo carnívoro nesta segunda, talvez possa reservar um tempinho para fazer uma linda experiencia na cozinha encarando a seguinte receita.
  
Ravióli 100% vegetariano
A massa, o recheio e o molho deste prato não precisa ter ovos, queijo e manteiga para que você sinta o sabor maravilhoso e a energia desta refeição. Outra coisa surpreendente é que é muito fácil fazer. Vamos lá.

Ingredientes para massa:
  • 250 gramas de farinha de trigo integral
  • 250 gramas de semolina
  • 250 ml de água

Modo de preparo da massa:
Junte as farinhas e adicione a água aos poucos, mexendo para ir incorporando a água.
Vai chegar um momento onde você precisará ser bem vigoroso (a)
Deixe a massa macia numa bola única
Se você tiver o cilindro de massas passaremos a massa pelo cilindro e isto sempre ajuda a finalizar a massa com mais padrão, mas se você não tiver, não tem nenhum problema, abriremos a massa no rolo, como as antigas “mamas italianas” faziam.
Abra a massa para o corte que você desejar e pronto.
Se quiser manter a massa seca, como por exemplo, um talharim, é só colocar para secar, mas você já pode colocar esta massa para cozinhar em seguida.
Para cozinhar o procedimento é bem fácil.
Coloque mais ou menos um litro de água para cada 200 gramas de massa, junte um fio de óleo e sal ao seu gosto.
Coloque sua massa e fique atento.
Esta massa artesanal cozinha muito mais rapidamente do que a massa de pacote.
Aproveite com seu molho de preferência.


Ingredientes para o recheio:
  • 200 gramas de espinafre já refogado
  • 200 gramas de tofu amassado
  • 1 colher de sopa de Alho triturado
  • Azeite
  • Sal a gosto
  • 1 punhado de cheiro verde a gosto

Modo de preparo:
  • Doure o alho no azeite e junte o espinafre já refogado e picado. Misture.
  • Coloque o tofu amassado nesta mistura e mexa vigorosamente.
  • Salgue a seu gosto e junte o cheiro verde.
  • Deixe descansando.

Monte os raviólis:
Coloque uma panela funda e larga com água e um fio de óleo para ferver tampada.
Ao lado coloque um escorredor de massa com proteção por baixo para receber os raviólis cozidos.
Abra a massa bem fina e escolha o formato que deseja trabalhar.
Se escolher fazer Raviólis redondos, corte com um molde.
Se escolher fazer quadrados, corte com a faca.
Recheie generosamente sua massa e feche com bastante cuidado para que não abra durante o cozimento.
Leve estes raviólis para o cozimento aos poucos.
Coloque cada “pastelzinho” na panela e espere que eles subam do fundo.
Nem todos chegaram a superfície, isto depende muito da quantidade de ar que eles tenham.
Retire e escorra.

Monte nos pratos e sirva com o molho da sua preferência. Gostou?q
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Mais saúde e mais felicidade

sexta-feira, 19 de setembro de 2014



A próxima segunda-feira (22 de setembro) será celebrada a edição 2014 do Dia Mundial Sem Carro. Dessa vez a celebração da data chega em momentos em que as fábricas brasileiras mostram seus pátios lotados de carros novinhos que não conseguem vender enquanto as ruas de trânsito imobilizado (sim, você leu certo: trânsito imobilizado...) testemunham que já não sobra nem um pedacinho mais de asfalto onde colocar um automóvel por pequeno que ele seja.  E junto a esses dados, uma boa notícia:  um estudo britânico diz que caminhar, pedalar ou até tomar condução para o trabalho é melhor para o bem-estar do que dirigir. A pesquisa das universidades de East Anglia (UEA) e York observou 18 mil pessoas durante uma década. A conclusão dos especialistas é que deixar o carro na garagem pode ter um impacto profundo na qualidade de vida. 

Além dos óbvios efeitos na saúde, o estudo destaca os efeitos psicológicos da troca de meio de transporte.

No grupo de 18 mil, 73% usava carros para ir ao trabalho, 13% caminhava e 3% pedalava. Cerca de 11% adotava o transporte público. Aqueles que tinham viagens mais ativas apresentaram níveis de bem-estar maiores do que os que dirigiam ou tomavam condução. Ao analisar os níveis de bem-estar de um pequeno grupo que trocou o carro ou o ônibus por bicicleta ou caminhada, os pesquisadores descobriram que o grupo ficou mais contente.

"A nossa pesquisa mostra que quanto mais tempo as pessoas passam dentro de carros, pior para o bem-estar psicológico. Correspondentemente, elas se sentem melhor quando fazem uma caminhada mais longa para o trabalho", afirmou o coordenador da pesquisa, Adam Martin, da UEA. Martin disse ainda ter ficado surpreso com o fato de que as pessoas que trocaram carro por condução também se sentirem melhor.

"Você poderia pensar que problemas no transporte público ou multidões causam bastante estresse. Mas ônibus e trens também proporcionam oportunidades de conversa, leitura e normalmente as pessoas caminham para o ponto de ônibus ou estação de trem", afirmou Martin. "Parece que isso alegra as pessoas"q
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El arte luminoso de escuchar

terça-feira, 16 de setembro de 2014



* Por Alú Rochya

Hablamos, sí. ¿Nos escuchamos? ¿Realmente escuchamos al otro? ¿Escuchamos lo otro, lo diferente a lo nuestro? ¿Escuchamos?... Oímos, sí, pero ¿escuchamos?  Porque, se sabe, oir y escuchar no es lo mismo. Oir, oímos en general. Percibimos los sonidos, captamos las palabras y hasta decodificamos los símbolos lingüísticos. Oímos, hacemos uso de nuestro sentido de la audición. Pero al oir no prestamos demasiada atención. Recogemos el discurso pero no aprehendemos los mensajes. Oimos lo que se dice pero no lo que se quiere decir.

Escuchar es otra cosa. Es una recepción fina, oir pero en particular, prestando atención; es decodificar el contenido, el mensaje, lo esencial. Oir es como aprender una música “de oído”, escuchar es leer toda la partitura, con todos su detalles. Escuchar es abrir todos los canales para que el otro, lo otro, llegue hasta nosotros. Y para que lo que nos llegue sea exactamente lo que es. No lo que nos imaginamos, lo que suponemos, lo que nos parece, sino lo que es. Oímos con el oído y 
 escuchamos con el alma.

-Sabes?, ando con ganas de morirme...
-Pero déjate de joder, qué es eso, no hables pavadas. A mí también ya me aconteció, ya se te va a pasar....

Hay un tipo enfrente nuestro que dice no tener más ganas de seguir viviendo. El sólo enunciado ya es grave. ¿Qué le sucede a ese hombre? ¿Está cansado de la vida?, acaba de sufrir un desengaño?, viene sobrellevando alguna enfermedad terminal?, anda padeciendo una profunda depresión?, ha enloquecido?, simplemente su equipo de fútbol favorito acaba de perder un cotejo decisivo?.. Las preguntas básicas, casi obligatorias, el interrogante mínimo (qué te pasa? por qué?) respecto de lo que siente y piensa ese hombre quedan silenciadas por las palabras del otro, que expresan lo que siente y piensa el otro, el que supuestamente debería escuchar, para quien se trata de pavadas, 

En la mayoría de los casos no nos escuchamos. La mayor parte del tiempo no nos comunicamos, sólo tomamos turnos para hablar.

Escúchame, quiero decirte algo
¿Y porque acontece tamaña asimetría? ¿Será que escuchamos con nuestros propios temores, con nuestras ansiedades, nuestras ambiciones y deseos? ¿Será que escuchamos con nuestras proyecciones y así le ponemos una pantalla, un filtro, a los que nos llega? De tal modo resulta imposible receptar lo que viene del otro, lo que nos llega desde fuera de nosotros. Y terminamos escuchándonos a nosotros mismos, lo que tenemos adentro. Lo otro, lo que viene de afuera apenas actúa como un disparador. Sin saber lo que el otro nos quiere comunicar no puede haber verdadera comunicación y así, el contacto con el otro no existe.

-Sorda!
-Gorda???... Más gorda será tu abuela!!!

En lugar de receptar los datos nuevos de la realidad que se nos presenta, recibimos lo de afuera como un estímulo que nos dispara lo que nosotros sentimos y pensamos, y de tal modo pasamos a bloquear esos datos ajenos y a hacer un mero repaso de nuestro archivo de datos personales.

-Lo que pasa es que vos escuchás lo que querés..
- ...
Cuando un perro nos ladra, lo primero que sentimos es la amenaza de un perro que quiere atacarnos, cuando en realidad y en la mayoría de las veces los perros ladran por miedo a ser atacados. Sí, en general escuchamos lo que queremos. Sucede como en el cuento del necio que comía jabón blanco creyendo que era queso. Un amigo lo advierte de su equívoco y le demuestra que es jabón. El necio, largando espuma por la boca pero apegado a su propio archivo, responde: “será jabón, pero tiene gusto a queso”. 


El necio hizo oídos sordos a lo que dijo el amigo y por eso mantiene inmodificable, intacta, su propia creencia. Escucha condicionado por los registros de su mente y así se queda afuera de la realidad. ¿No es así la locura?

Como tenemos ideas preconcebidas, puntos de vista personales, cuando nos disponemos a “escuchar” sólo lo hacemos para confirmar esas ideas. En general no queremos escuchar otra cosa. Y esa conducta nos recluye en una torre, prisioneros de nosotros mismos, secuestrados en un autismo esterilizante, frustrando toda y cualquier evolución personal, negándonos a la conciencia del todo (nosotros, los otros, lo demás), parciales, incompletos, infelices.

Las palabras en sí mismas, no dicen demasiado. Solas, sueltas, hasta confunden. Cada palabra viene con su hora, con su tono, su sentimiento, su energía particular. La palabra mamá puede querer decir muchas cosas diferentes y hasta contrapuestas. Amor, abrigo, cuidado, alimento, mimos, comprensión, ternura, paciencia. Pero también puede querer decir odio, desamparo, frialdad, furia, amenaza, castigo, crueldad, desamor. La palabra mamá, así, sola, dice poco. Todo va a depender de quien la pronuncie, cómo, cuándo, dónde, en qué contexto, con qué evocaciones personales. Y más aún va a depender de quien la oiga, pues para este receptor el vocablo tiene un significado personal que no debe distorsionar el significado del emisor. Y para eso hay que escuchar bien. Con los oídos y con el alma.  

El rayo no es el trueno
El sonido es un lenguaje, un medio para comunicar algo. No es el algo. Las palabras y los demás sonidos traducen algo que acontece; son otra cosa, no la palabra en sí, el sonido en sí. El rayo no es el trueno; lo anuncia, avisa que ha llegado que ya está aquí, pero no es el trueno. El llanto de un bebé no es el hambre del bebé sino el modo que usa el bebé para pedir una teta. El suspiro de una enamorada no es el sentimiento de embriaguez del amor inaugurado, es la sutil reflexión acerca del carácter maravilloso y nutritivo de ese sentimiento singular. Si una pena nos atraviesa y el amigo nos dice “sé fuerte, no te caigas” no está pidiéndonos que conservemos la vertical sino que mantengamos elevado el ánimo. El rumor del agua que corre en la noche quieta no es el agua; y sin embargo solemos decir “escuchá el agua...”. Por ahí va la cosa, por escuchar lo que es, no apenas la forma de su anuncio.



El punto es escuchar, ver lo que está detrás de las palabras, detrás de los sonidos. Y para eso se precisa estar atento, poner atención, una atención relajada. 

Liberarse de cualquier obligación de imputar datos y, en cambio, recibir el fluir de esos datos, la energía de esos datos que nos revelará el mensaje. Liberarse de cualquier interés personal porque ese interés nos hará escuchar lo que deseamos y no la verdad. Una vez que tengamos la verdad –nos guste o no esa verdad- podremos evaluar como calza con nuestro interés. Aunque a veces, como dice el poeta, saber la verdad es como restregarse con arena el paladar. Pero si no accedemos a la verdad, nuestras acciones posteriores no servirán de nada pues estarán pisando en falso. Conocer la verdad libera nuestras potencias, nos hace potentes, nos empodera. Para conocer la vedad es indeludible escuchar verdaderamente todo.

-...me estás escuchando?
-ahh?... disculpa, es que estaba con la cabeza en otra cosa.

Con la cabeza en otra cosa... Es decir, nos engañábamos y engañábamos al otro. No estábamos escuchando, estábamos en otra cosa. Cuando miramos una puesta de sol sobre el horizonte, escuchar-mirar-ver la puesta de sol es eso mismo y no ponernos a describirla, elogiarla, compararla. Porque cuando hacemos todo eso dejamos de asistir a la puesta de sol con todos nuestros sentidos. Asistamos a ella y nada más. Y descubriremos cosas que nunca antes percibimos.

¿Tenemos idea de todo lo que nos perdemos al no escuchar del modo cierto? ¿De todo lo que dejamos de enterarnos? ¿De todo lo que dejamos de conocer de otro, de un lugar, de una situación, de un momento? ¿Nos hacemos una idea de todo lo que dejamos de comprender y todo lo que esa falta de comprensión nos complica la vida cotidiana, nuestra relaciones, nuestros trabajos?

Hay muchas más estrellas
La vida está aconteciendo en un momento raro del mundo. Todo está confundido, mezclado, contaminado, pleno de contradiciones. Podríamos afirmar, sin temor a equivocarnos, que es um momento de pasaje de una época para otra. Y ahí está esa convulsión toda. Desaparecieron todas las certezas. En un momento como éste se torna imperioso decodificar que está pasando para intentar comprender de qué va la cosa. Y para lograr comprender hay que saber escuchar. Pues hay muchas más estrellas de las que podemos ver. 

Los tiempos están corriendo raudos, produciendo transformaciones en una velocidad espantosa. Si no acompañamos los cambios cambiando también nosotros, la vida nos pasará por encima y un buen día nos descubriremos anclados en la nada. Escuchar es ver, es sentir otras cosas diferentes a las nuestras. Si descubrimos cosas diferentes a las nuestras, descubriremos, con alegría, que el mundo es mucho más amplio y la vida muchísimo más rica. Y podremos ver que nuestro camino puede ensancharse y nuestra vida enriquecerse. Podremos, en definitiva, transformarnos, misturando, combinando, sintetizando nuestra propia riqueza con el resto. Y así acompañar la transformación de los días, danzando con ellos.


El escuchar es un arte. De gran belleza y comprensión. Y ese arte, básicamente, consiste simplemente en escuchar. Dejando de lado nuestros preconceptos. Con el corazón. Los que aman saben escuchar. Porque están en contacto con lo que aman. Sin otro interés que el estar en contacto, escuchan sin condicionamientos, libremente. Y ese escuchar libre ilumina la verdad y la verdad nos ilumina.

¿Qué tal si la próxima vez que alguien nos diga algo probamos ensayar simplemente escucharlo? Sin ideas previas, sin pensamientos, sin la cabeza en otra cosa, abiertos, curiosos. Directamente en contacto con el otro, dejándonos llevar por el río verbal del otro, sin ofrecer resistencia, sin colocar barreras entre nosotros y aquello que no deseamos escuchar. Atento a lo que las palabras arrastran en su fondo. Si logramos ese contacto, sabremos si lo que el otro dice es verdadero o falso. Y, créase o no, así nos liberamos. Porque el puro acto de escuchar trae su propia libertad. La liberación que produce la verdad.

Enseñaba un gran maestro: “Estamos constantemente tratando de ser esto o aquello. De capturar alguna experiencia o de evitar otra. Así, andamos con la mente siempre ocupada; jamás está quieta para escuchar el ruido de nuestras propias dificultades. Si nos escucháramos también a nosotros mismos, sin preconceptos, alertas a nuestros propios conflictos y contradicciones, sin forzarlos para que calcen dentro de un patrón particular de pensamiento, dentro de una regla, dentro de una moral, dentro de una ideología, de una creencia, tal vez esos conflictos y esas contradicciones dejarían de existir como tales, cesarían por completo. Y nos sentiríamos libres”.

Escuchar lo que es tal cual es –nos guste o no-; escuchar la verdad –triste o alegre-, libera. Aliviemos nuestra sordera y abramos de par en par nuestro corazón. Hagamos la prueba. Liberémonos. Al final de cuentas, todos tenemos derecho a ser libres y felices. q
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A grande transformação

quarta-feira, 10 de setembro de 2014



"O momento histórico é excepcional, 
estamos no início da terceira grande transformação 
da sociedade humana.

De novo a oportunidade da melhora 
frente ao abismo do caos.
A solução é a mesma de sempre: 
talento, creatividade, altruísmo
valores, espiritualidade, anticipação, 
pensamento crítico, colaboração. 

Mais luz. E menos escuridão 
das emoções negativas (individuais ou coletivas): 
medo, frustração, desconfiança do outro
mesquindade, egoísmo, racismo.

Mais luz da inteligência, mais luz da alma, mais luz. 
Isso é o que devemos aportar cada dia, cada um de nós. 
Más luz...".

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El mundo es lo que pensamos

terça-feira, 2 de setembro de 2014


Mario Alonso Puig es un cincuentón español de Madrid, médico cirujano y entusiasta difusor de una ciencia de nombre extenso y complicado: la psiconeuroinmunobiología. Y desde allí nos dice más o menos lo mismo que hasta aquí escuchábamos apenas de boca de meditadores y sabios: son nuestros pensamientos los que en gran medida han creado y crean continuamente nuestro mundo.

En esta entrevista concedida al diario La Vanguardia, Puig explica que "la zona prefrontal del cerebro, el lugar donde tiene lugar el pensamiento más avanzado, donde se inventa nuestro futuro, donde valoramos alternativas y estrategias para solucionar los problemas y tomar decisiones, está tremendamente influida por el sistema límbico, que es nuestro cerebro emocional. Por eso, lo que el corazón quiere sentir, la mente se lo acaba mostrando”. Y remata su afirmación con un testimonio de su propia experiencia: "puedo atestiguar que una persona ilusionada, comprometida y que confía en sí misma puede ir mucho más allá de lo que cabría esperar por su trayectoria".

- Bien... ¿Y qué es eso de la psiconeuroinmunobiología?
- Es la ciencia que estudia la conexión que existe entre el pensamiento, la palabra, la mentalidad y la fisiología del ser humano. Una conexión que desafía el paradigma tradicional. El pensamiento y la palabra son una forma de energía vital que tiene la capacidad (y ha sido demostrado de forma sostenible) de interactuar con el organismo y producir cambios físicos muy profundos.

- ¿De qué se trata?
- Se ha demostrado en diversos estudios que un minuto entreteniendo un pensamiento negativo deja el sistema inmunitario en una situación delicada durante seis horas. El distrés, esa sensación de agobio permanente, produce cambios muy sorprendentes en el funcionamiento del cerebro y en la constelación hormonal.

- ¿Qué tipo de cambios?
- Tiene la capacidad de lesionar neuronas de la memoria y del aprendizaje localizadas en el hipocampo. Y afecta a nuestra capacidad intelectual porque deja sin riego sanguíneo aquellas zonas del cerebro más necesarias para tomar decisiones adecuadas.

- ¿Tenemos recursos para combatir al enemigo interior, o eso es cosa de sabios?
- Un valioso recurso contra la preocupación es llevar la atención a la respiración abdominal, que tiene por sí sola la capacidad de producir cambios en el cerebro. Favorece la secreción de hormonas como la serotonina y la endorfina y mejora la sintonía de ritmos cerebrales entre los dos hemisferios.

- ¿Cambiar la mente a través del cuerpo?
- Sí. Hay que sacar el foco de atención de esos pensamientos que nos están alterando, provocando desánimo, ira o preocupación, y que hacen que nuestras decisiones partan desde un punto de vista inadecuado. Es más inteligente, no más razonable, llevar el foco de atención a la respiración, que tiene la capacidad de serenar nuestro estado mental.

-¿Dice que no es más razonable?
- Siempre encontraremos razones para justificar nuestro mal humor, estrés o tristeza, y esa es una línea determinada de pensamiento. Pero cuando nos basamos en cómo queremos vivir, por ejemplo sin tristeza, aparece otra línea. Son más importantes el qué y el porqué que el cómo. Si el corazón lo desea la mente lo crea.

- Exagera.
- Cuando nuestro cerebro da un significado a algo, nosotros lo vivimos como la absoluta realidad, sin ser conscientes de que sólo es una interpretación de la realidad.

- Más recursos…
- La palabra es una forma de energía vital. Con tomografías de emisión de positrones se ha podido fotografiar cómo las personas que decidieron hablarse a sí mismas de una manera más positiva, específicamente personas con transtornos psiquiátricos, consiguieron remodelar físicamente su estructura cerebral, precisamente los circuitos que les generaban estas enfermedades.

- ¿Podemos cambiar nuestro cerebro con buenas palabras?
- Santiago Ramon y Cajal, premio Nobel de Medicina en 1906, dijo una frase tremendamente potente que en su momento pensamos que era metáforica. Ahora sabemos que es literal: “Todo ser humano, si se lo propone, puede ser escultor de su propio cerebro”.

- ¿Seguro que no exagera?
- No. Según cómo nos hablamos a nosotros mismos moldeamos nuestras emociones, que cambian nuestras percepciones. La transformación del observador (nosotros) altera el proceso observado. No vemos el mundo que es, vemos el mundo que somos.

- ¿Hablamos de filosofía o de ciencia?
- Las palabras por sí solas activan los núcleos amigdalinos. Pueden activar, por ejemplo, los núcleos del miedo que transforman las hormonas y los procesos mentales. Científicos de Harward han demostrado que cuando la persona consigue reducir esa cacofonía interior y entrar en el silencio, las migrañas y el dolor coronario pueden reducirse un 80%.

- ¿Cuál es el efecto de las palabras no dichas?
- Solemos confundir nuestros puntos de vista con la verdad, y eso se transmite: la percepción va más allá de la razón. Según estudios de Albert Merhabian, de la Universidadde California (UCLA), el 93% del impacto de una comunicación va por debajo de la conciencia.

- ¿Por qué nos cuesta tanto cambiar?
- El miedo nos impide salir de la zona de confort, tendemos a la seguridad de lo conocido, y esa actitud nos impide realizarnos. Para crecer hay que salir de esa zona. Arriesgar y arriesgarse.

- La mayor parte de los actos de nuestra vida se rigen por el inconsciente.
- Reaccionamos según unos automatismos que hemos ido incorporando. Pensamos que la espontaneidad es un valor; pero para que haya espontaneidad primero ha de haber preparación, si no sólo hay automatismos. Cada vez estoy más convencido del poder que tiene el entrenamiento de la mente.

- Entrenar la mente???...Deme alguna pista.
- Cambie hábitos de pensamiento y entrene su integridad honrando su propia palabra. Cuando decimos “voy a hacer esto” y no lo hacemos, alteramos físicamente nuestro cerebro. El mayor potencial es la conciencia.

- Ver lo que hay y aceptarlo.
- Si nos aceptamos por lo que somos y por lo que no somos, podemos cambiar. Lo que se resiste persiste. La aceptación es el núcleo de la transformación.q  


| Vía La Vanguardia (de Barcelona)
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