Religiosidade é buscar dentro de si mesmo

segunda-feira, 17 de setembro de 2018



Por Marcos de Aguiar Villas-Boas

    As religiões, de um modo geral, ao longo da história têm recaído, em regra, em pessoas doutrinadas que seguem messias, livros, sacerdotes e dogmas. Cada um se afiniza com aquilo que vibra e as religiões terminam servindo àqueles que estão nas suas faixas de vibração, mas elas são desnecessárias para a ascensão espiritual, que tem a ver muito mais com um processo de autoconhecimento e automelhoramento.

    A religião que liga o indivíduo ao divino dentro de si não trata de seguir algo, mas apenas de encontrar a si mesmo por meio de uma constante busca. Religiosos tradicionais são seguidores de instituições, messias e gurus, mas religiosos, na acepção real da palavra, são buscadores.

    Então, meu trabalho não é um movimento para criar uma religião, mas para criar religiosidade. Eu encaro a religiosidade como uma qualidade – não como uma parte de uma organização, mas como uma experiência interior do próprio ser” (Osho, Autobiografia de um místico espiritualmente incorreto).

    Os verdadeiros mestres estão dentro de cada um, cada indivíduo é um mestre em potencial, de modo que só precisa despertá-lo. Os encarnados, que se sentem ainda tão dependentes de heróis, santos, messias, mestres etc., têm o mestre dentro de si, mas ainda não acreditam nisso.

    A humanidade não precisa de mais mestres que se apresentam como gurus dispostos a responder sobre todos os assuntos e a serem seguidos pelos demais. O processo de transição planetária da Terra requer facilitadores do autoconhecimento e do automelhoramento da humanidade, que colaborem para o despertar do mestre dentro de cada indivíduo, com a libertação das ilusões e limitações, muitas delas impostas pelo inconsciente coletivo e por atavismos individuais.

    É por isso que se fala tanto em despertar, expandir, ampliar a consciência como o objetivo mais importante da encarnação. Daí pode se entender até a utilidade do sofrimento, que, por linhas tortas,  muitas vezes consegue tirar o indivíduo daquela estagnação e lhe levar a perceber algo novo.

    Carl Jung já dizia que é preciso acordar o mestre em cada um por meio da aproximação entre o ego (a personalidade do encarnado) e o seu Eu superior (o espírito). É como ir continuamente desvelando ilusões e limitações até que sobre apenas a centelha divina, o puro amor incondicional.


    Pode-se falar em diferentes níveis de consciência pelos quais vamos passando à medida em que nos conhecemos melhor e em que estamos mais em paz conosco e com os outros, compreendendo nossas peculiaridades e as dos demais. Enquanto estamos em um nível de consciência, é muito difícil compreender alguns aspectos mais afetos aos níveis conscienciais superiores.

    Daí porque muitas pessoas não se entendem umas com as outras. Em diferentes níveis de consciência, de capacidade de compreensão da realidade, é muito mais difícil que haja concordância, e não adianta um tentar ficar impondo sua verdade ao outro, pois não se deve exigir do outro aquilo que ele não pode dar. É falta de inteligência e, sobretudo, de sabedoria querer tirar leite de pedra, expressão que apenas faz sentido na linguagem figurada, e não na experiência. 

    Os seres humanos, e isso é muito vivo nas religiões, tentam mudar uns as ações dos outros, mas o que deveria ser feito, de forma cautelosa e amorosa, é tentar despertar a consciência uns dos outros. Para que haja mudança de pensamentos, sentimentos, emoções e ações, é preciso que primeiro haja mais consciência, mais luz, mais percepção.

    “Para mim foi uma surpresa descobrir que quando você se torna silencioso, quando se torna consciente e mais alerta, suas ações começam a mudar – e não vice versa. Você pode mudar suas ações, mas isso não o tornará mais consciente. Quando você se tornar mais consciente, é que suas ações vão mudar...Isso é absolutamente simples e científico. Você estava fazendo algo estúpido; à medida que você se tornar mais alerta e mais consciente, não poderá mais fazê-lo” (Osho, Autobiografia de um místico espiritualmente incorreto).

    Osho acerta em cheio na importância da meditação para o despertar da consciência e, diferentemente da maioria, ensina que meditar não é simplesmente aplicar algumas técnicas de respiração e de limpar a mente. Para ele, meditar é estar consciente e isso pode ser feito de forma ativa, observando a sua volta sem ficar verbalizando, ou seja, é sentir a realidade sem deixar a mente ser barulhenta, ficar trazendo inúmeros pensamentos. A verbalização mental é, então, ligada e desligada durante o dia. Apenas é usada quando necessário para se comunicar, por exemplo. 

    Na visão de meditação ativa de Osho, a pessoa pode estar nesse estado durante todo o dia, pois ela não depende de um local sem barulho, nem de mantras. O que amplia a consciência, segundo ele, é praticar o estar consciente, alerta, com a mente silenciosa, o máximo de tempo, e isso faz muito sentido.

    Não estamos a dizer que as técnicas de meditação não ajudam. O próprio Osho criou algumas específicas para os ocidentais. Há vasta comprovação científica de que elas alteram o cérebro para melhor e provocam inúmeros benefícios às pessoas, mas, como concluíram Daniel Goleman e Richard J. Davidson no livro A Ciência da Meditação, há diversos outros aspectos importantes a serem integrados à prática meditativa para que a pessoa sinta resultados mais palpáveis.  

    Osho também acerta ao afirmar que é a consciência se despertando o que vai alterando as ações, não sendo possível exigir que alguém mude se ela continua vendo as coisas da mesma forma. Isso reforça a ideia de que impor nunca é a solução. É preciso utilizar de artifícios argumentativos e práticos, como a meditação e terapias, para que a pessoa desperte daquele sono de consciência no qual se encontra.


    “Quando a consciência torna-se assentada, todos os padrões de vida mudam. O que as religiões chamam de pecado desaparece, e o que chamam de virtude automaticamente flui de seu ser, de suas ações. Mas as religiões têm feito exatamente o contrário, tentando mudar primeiro os atos. É como se as pessoas estivessem numa casa escura, tropeçando nos móveis e nos objetos, e dissessem a elas que não terão luz a menos que parem de tropeçar. O que estou dizendo é: traga a luz e os tropeços desaparecerão” (Osho, Autobiografia de um místico espiritualmente incorreto).

    Não se deve achar que a meditação irá necessariamente tornar a pessoa feliz de uma hora para a outra e para sempre, apesar de que, se já estiver pronta, isso pode acontecer. A meditação, os estudos sem limitações religiosas, as terapias para autoconhecimento, a busca por compreender tudo e todos com amor incondicional são passos que tendem a levar ao despertar da consciência, mas há muitos degraus.

    Não é incomum olharmos para o ano anterior e percebermos que não entendíamos certas coisas as quais estão mais claras agora ou que cometíamos erros que não cometemos mais. Isso é uma ascensão na escada da consciência, um passo no despertar. A cada momento em que reconhecemos mais dos nossos equívocos, lança-se luz sobre as sombras e, a partir dali, fica muito mais fácil de se dominar e de até usar as sombras em nosso favor.

    Se perceber, aceitar e reconhecer as nossas ilusões e limitações, que é o mesmo que lançar luz sobre as nossas sombras, é o caminho para estar consciente do que se faz de negativo e transmutar isso em positivo, as pessoas precisam parar de se auto-sabotar, de jogar para debaixo do tapete aquilo que incomoda, de se ferir quando alguém lhe mostrar um erro.

    Quanto mais à luz estiverem as sombras, mais iluminadas estarão e mais fácil será lidar com elas. É por isso que é útil fazer boas terapias (psicanálise, thetahealing, consultas com guias espirituais etc.) e lançar luz sobre as sombras a partir de um terceiro, assim como é útil procurar sozinho a erupção das sombras, trazê-las à luz, por meio de medicinas de cura xamânicas, por exemplo.

    Quanto mais se segue dogmas, quanto menos se questiona, quanto mais alguém se julga perfeito ou próximo da perfeição, quanto mais entende ter sido salvo por alguém ou por uma religião, mais ele ou ela irá deixar de buscar o autoconhecimento, o automelhoramento e um conhecimento mais diverso, mais amplo.

    O momento é de encontrarmos o mestre em nós mesmos, e não de continuarmos seguindo. Não é mais tempo de seguir gurus que estão prontos para dizer o que os outros devem pensar, sentir e fazer a respeito de tudo, mesmo quando não têm conhecimento ou não viveram aquilo na prática.

    A religião tradicional torna as pessoas seguidoras, fieis, adoradoras, mas a religiosidade, a espiritualidade, torna-as buscadoras, questionadoras, pesquisadoras, sensitivas, conscientes.q

    *Marcos de Aguiar Villas-Bôas é terapeuta holístico, espiritualista universalista, reikiano, praticante de meditação e amante do todo e de todos. Busca despertar a consciência, o mestre dentro de si, e ajudar os outros a fazerem o mesmo.
    ________________________________________________________________________________________

    || mais informação

    Año maya 2018-2019: amar, fluir, crear

    sábado, 28 de julho de 2018



    * Por Ingrid de Manuel Guasch


    El 26 de julio último iniciamos un nuevo año maya, según el Calendario de 13 lunas sincronizadas, con un propósito anual que inspiran un trabajo personal y comunitario. Un nuevo año codificado por la energía de la Luna 13 Cósmica Roja, símbolo de la sensibilidad creativa que hay que despertar para purificar y superar los estados emocionales que interfieren en nuestra evolución consciente.

    Conectar con un año Luna es conectar con la energía agua presente en la naturaleza y en nosotros mismos para ser conscientes de como el movimiento natural gesta formas, limpia cauces, destruye barreras, se adapta al terreno y fluye siempre hacia su propósito natural. Reconocernos en todos esos aspectos y potenciar la fuerza del agua en nosotros, es el primer paso que debemos dar a lo largo de este ciclo para empezar a sentir, qué es lo que  fluye y qué no fluye en nuestras vidas.

    El Fluir
    Cuando las cosas fluyen es que no hay impedimentos, o si los hay somos capaces de disolverlos y superarlos rápidamente. El problema viene cuando nos sentimos encallados.

    Es importante observar cuáles son las áreas de nuestra vida que no fluyen y averiguar qué pasa. Las barreras pueden tomar infinitas formas, lo bueno es que también hay infinitas maneras de solucionarlas, por eso nunca debemos someternos al impedimento, ya que averiguando qué pasa podemos buscar la manera de superarlo.

    Por ejemplo, podemos detectar si son barreras mentales o emocionales. Aun cuando unas son consecuencia de las otras, conocer dónde nos bloqueamos primero nos permite entender mejor hacia dónde tendemos. Cuando el bloqueo es mental es que usamos demasiado la cabeza, es decir no permitimos el sentimiento por necesidad de controlar. Esto nos agota ya que usamos toda nuestra energía en ello, en vez de confiar en la vida; la mente es una gran herramienta si no la usamos como filtro para todo abusando de ella.

    Cuando el bloqueo es emocional significa falta de aceptación, es decir no aceptamos lo que vivimos y por tanto negamos una y otra vez lo que vivimos. Si te ha dolido, si te pone triste, si te enfada, si no te gusta etc… es algo que debes aprender a gestionar, comprendiendo qué parte de responsabilidad es tuya y cuál no, sin defender tu posición como la verdad absoluta.

    Así para fluir hay que aceptar y confiar, permitir que las cosas lleguen y se vayan sin que eso suponga un trauma o una crisis, sintiendo que la vida son etapas donde aprendemos a ser mejores personas.

    La Creatividad
    El poder creativo existe en todos nosotros. Hacer buen o mal uso de ello es lo que debemos entender este año. Todo la energía que movemos la creamos, seamos conscientes o no. Lo más difícil de este aspecto es entender que lo que vivimos lo hemos gestado nosotros. Esto no es fácil porque muchas veces las cosas no ocurren de manera inmediata, por eso el trabajo este año es saber como has ido creando todo lo que conforma tu vida.

    El proceso de creación primero se gesta a través de una idea o pensamiento, es eso que te gustaría ser que no eres, esto incluye un trabajo, una relación, un tipo de vida o el cumplimiento de cualquier propósito personal. Cuesta comprenderlo porque nosotros lo asociamos con cosas físicas y el proceso de creación en verdad es energético y está relacionado directamente con lo que eres o no eres.

    Primero eres zapatero y después, como consecuencia, haces zapatos y por tanto tienes zapatos. Este ejemplo es sólo una manera fácil de mostrar que si primero no te sientes eso o aquello, como consecuencia no lo obtendrás, ya que para tener el trabajo que quieres o el tipo de relación o vida que sueñas primero debes emanar energéticamente esa vibración siendo eso mismo.

    Así este año nos fijaremos en la vida que tenemos para poder averiguar como lo hemos creado, para poder abolir todas aquellas excusas y quejas que profesamos en aquellas áreas en las que no obtenemos lo que queremos. Si nos hacemos cargo de la situación/tema con responsabilidad, podremos iniciar o re-enfocar nuestros movimientos energéticos, gestando interiormente lo que queremos ser para que, como consecuencia, la vida nos traiga su manifestación.

    La Limpieza Emocional/Mental
    Somos mente y emoción. Si eso forma parte de nuestra naturaleza, debemos entender que las dos son importantes. Su propósito y finalidad pueden parecernos diferentes, pero en realidad son dos fuerzas complementarias y necesarias para nuestra evolución.

    La Luna es agua que limpia y regenera, fluye para cumplir con su propósito o destino creando su propio camino. Cuando llueve el ambiente se limpia, cuando lloramos nuestra mente y corazón se limpian, cuando bebemos nuestro interior se limpia, cuando nos duchamos es nuestro exterior lo que limpiamos. Todo ello con el elemento agua como factor principal.

    Este año nos traerá todo aquello que debemos purificar o limpiar, para que seamos conscientes de la importancia de usar correctamente nuestro poder emocional. Por lo que cuidar el agua, en todos sus aspectos, formas y extensión es uno de los trabajos personales con el que deberemos sincronizarnos.

    Este curso será favorable para aprende a gestionar las emociones y a calmar la mente, buscar las herramientas, técnicas, hábitos y actitudes que más ayuden y usarlas cada día para ser consciente de las tendencias personales. La mente clara y el corazón sereno permiten ver el camino, encontrar las soluciones, superar las etapas y fluir con la vida. Cuanto menos compliquemos las cosas, cuanto más consigamos minimizar lo que nos pre-ocupa, cuanto menos personal hagamos lo que nos duele y cuanto más amor sintamos por nosostros mismos, más natural y sincronizad@s vamos a sentirnos.

    Mente, emoción, creatividad, gestación, fluidez, purificación y limpieza son las vibraciones fundamentales de este ciclo, todas ellas actúan en los diferentes ámbitos del ser humano, ofreciéndonos el espectro total de quienes somos. Por lo que es momento, no sólo de sentirnos agua sino también de aprender a usarla y gestionarla para que nos ayude a reconducir nuestra vida hacia su propósito principal.

    Movimiento del Año, el Tono 13 Cósmico
    Iniciamos un ciclo Cósmico y así, de entrada, ya podemos hablar de cierre y conclusión ya que el número 13 (Luna 13 Cósmica Roja) ocupa la última posición de la Onda Encantada o ciclo de 13. Así ya podemos intuir que en todos aquellos aspectos que aún mantengamos abiertos y no deberían estarlo, alargándolos por miedo, necesidad o enganche emocional, la energía insistirá en que demos el paso de conclusión para nuestro bien.

    Además, seguramente habrá cosas que acabarán aunque no las tengamos prevista. El trabajo, una relación, una actividad, amistades, etc. Naturalmente la vida nos conducirá a esos finales para que renovemos y/o iniciemos una nueva etapa.

    De esta manera vemos que un año de finales, es un año de comienzos, porque las cosas que terminan dejan espacio para que otras se gesten. Así lo vemos en el modelo perfecto de la naturaleza y sus ciclos, el movimiento contínuo y armónico en el que somos capaces de desarrollarnos y evolucionar.

    Para cerrar temas o permitir finales debemos liberarnos de cualquier apego o enganche que tengamos, por lo que si te cuesta superarlo es que aún hay algo ahí que te retiene. Es importante detectar que es lo que te condiciona, el dolor emocional que revives, los pensamientos recurrentes de rabia o enfado, la culpa de no haberlo hecho bien, la impotencia de sentir que es algo que te imponen, etc. Sea lo que sea hay que disolverlo, abandonarlo, soltarlo o liberarlo para poder superarlo y trascenderlo.

    Todo pasa y lo que nos queda es el grado de amor con el que nos hemos tratado, así que fustigarnos es maltratarnos, y al final somos nosotros los que debemos sentirnos bien para seguir andando nuestra vida personal. Por lo que este año cuando cerremos etapas hagámoslo bien y que nada quede más que el amor que nos hemos dado a nosotros mismos permitiéndonos el mínimo daño posible.

    La energía Tierra nos acompañará todo el año mostrándonos el camino hacia el Ser Natural. Cuanto más natural seamos, será más fácil y más feliz. Así, el regalo para este año es conectar con la naturaleza y sincronizarnos con el movimiento ordenado de la vida.

    Para conectar con esta fuente inmensa y básica de energía, debemos dejar de lado todo lo artificioso de nuestro ser. Tu personalidad es tu creación, tu decides que/quien quieres ser, la forma que vas a adoptar, la estructura con la que te vas a mover, los pensamientos que vas a alimentar, las ideas que vas a desarrollar, las emociones que vas a sentir, etc. Sé consciente de como te creas a ti mismo a cada día.

    13 lunas de 28 días para desarrollar nuestro Ser natural; nuestro modelo, la Naturaleza; nuestra fuente de información, las sincronías y nuestra fuerza, lo sano y sencillo de la vida.q

      Feliz ciclo.

      ________________________________________________________________________________________

      || mais informação

      Carta a la humanidad de una niña cristal

      sábado, 21 de julho de 2018




      * Por M. Alejandra Sandoval

        La luz, los sonidos fuertes, la comida, los químicos, los malos pensamientos, la mala “vibra”… Mi cuerpo ya no soporta ninguna de estas cosas. Médicos, psicólogos, psiquiatras… ninguno tiene una respuesta para mí.

        ¿Enfermedad?¿ Locura? ¿Mañas? ¡Quién sabe, fragilidad quizás! Tengo hace un tiempo una sensación de querer volver a casa, de que ya todo terminó y quiero volver a casa, y es una pregunta frecuente. ¿Si quiero volver a casa, entonces dónde estoy? ¿Acaso ésta no es mi casa? No sé a dónde quiero ir, sólo sé que quiero ir a casa con mis hermanos, con mi familia. Pero: ¿Y mi familia y mis hermanos, acaso ellos no son mi familia, no son mis hermanos?

        ¡Sólo sé que quiero volver a casa, pero no sé cómo!...

        Es como un sueño, del cual no puedo despertar. Veo todos los días de mi vida, desde que nací, esa mañana de verano cálida y dulce. Veo cómo se dañan entre ustedes, veo las injusticias que permiten, veo sus verdaderos rostros detrás de sus ojos. Y me pregunto: ¿Por qué fingen ser lo que no son? ¿Por qué están encerrados en su interior? ¡Tristes, enojados, simples y sensibles!

        ¿Por qué se lastiman a ustedes mismos? ¿Por qué quieren restringirse, privarse de ser lo que son? Seres Humanos. ¡Bellos, sensibles y perfectos seres humanos!... Mírense, sólo mírense a los ojos, vean sus almas. Déjense ver por los demás. ¿A qué le tienen miedo?...

        ¡Todos estamos hechos de lo mismo, nadie es más fuerte que otro, nadie es mejor, porque todos somos excelentes! ¡Son seres maravillosos, con una inteligencia enorme, con cualidades asombrosas, seres llenos de Luz, que iluminan este mundo con Amor!

        ¡Yo no veo sus personajes, yo veo sus almas, ese es mi Don! Y ¡tienen almas hermosas, llenas de Luz, llenas de Amor, de pureza, almas cristalinas, bellas! Pero cuando veo sus personajes, son totalmente diferentes a sus almas. Sus personajes son fríos, indiferentes, mediocres, vacíos. Veo día a día, sus obras de teatro, donde lo único que hacen es mentir, lastimar, juzgar.

        Veo sus películas de terror, donde matan a sus hermanos, donde se pelean por un trozo de oro, un pedazo de territorio, un líquido negro. ¡Que no vale ni la milésima parte de lo que valen ustedes!...
        Veo injusticias, veo hambre, veo día a día que envenenan a sus hermanos.

        Lloré muchas veces por ustedes, y pedí muchas veces por ustedes: ¡Traté de ayudarlos pero siguen lastimándose, siguen lastimándome! Yo estoy acá para ayudarlos, estoy acá para sanarlos, vine a trabajar por ustedes, para eso nací y ese es mi destino y mi misión.

        ¡Soy sensible, todo lo que ustedes sienten yo lo siento, todo lo que ustedes piensan yo lo siento, todo lo que le hacen a mi Madre Naturaleza, yo lo siento!... Solo quiero que despierten, que miren por un segundo a su alrededor… ¡Sólo vean… árboles, montañas, lagos, bosques, cielo, tierra, ríos, mares, animales, sol, luna, hij@s, niñ@s, herman@s, amig@s… Amor, Paz, Armonía, Salud, Belleza!...

        ¡Dios les regaló un jardín, el Jardín del Edén!... Siempre estuvo con ustedes, no hace falta morir, no hace falta ir al cielo, porque el cielo está en la tierra desde el primer día en que apareció la primera señal de vida. No busquen afuera, no busquen en otro plano. El paraíso que buscan, estuvo siempre en la tierra, sólo observen, observen el amanecer, dejen que el viento acaricie sus rostros, que el agua refresque y limpie sus almas, dejen al fuego regalarles su calor. Dejen a la luna iluminar sus noches de Amor, muévanse al ritmo de la naturaleza, bailen al compás de sus sonidos, de su música.

        ¡Sean libres, dejen salir a sus almas, dejen que los domine por completo, Sean la Luz que vinieron a Ser, sean el Amor que son, sean, sólo sean!... ¡Son maravillosos, son la perfección que tanto buscan, son la felicidad que tanto anhelan, son Amor, son la razón de mi Existir!...

        ¡Gracias por leerme, gracias por comprenderme, y muchas más, por despertar tu conciencia!q
        ________________________________________________________________________________________

        || mais informação

        Re-evolucionar

        terça-feira, 26 de junho de 2018





        ________________________________________________________________________________________

        Assim funciona o verdadeiro amor

        terça-feira, 12 de junho de 2018



        O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. 
        O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. 
        O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.
                                                                                                            Carlos Drummond de Andrade


        ____________________________________________________________

        Voltar a si mesmo

        segunda-feira, 4 de junho de 2018




        ____________________________________________________

        El nuevo mundo de la cultura colaborativa

        terça-feira, 29 de maio de 2018




        * Por Marcela Basch

          Intercambiar en lugar de comprar, compartir para no tirar, funcionar en redes por fuera de la lógica de acumulación. Del foodsharing al financiamiento colectivo, del carpooling al canje gratuito de alojamiento, en el mundo empieza a desarrollarse una economía alternativa capaz de reemplazar el uso convencional del dinero gracias a una herramienta imprescindible: la tecnología. ¿Podrá sostenerse en el tiempo?

          Maike Majewski se sirve un vaso de jugo de manzana de un tetrabrik con canilla. Tiene otras 14 cajas, en pago por cosechar manzanas en una finca de las afueras de Berlín, Alemania, donde vive. Saca dos panes irregulares de una bolsa y los tuesta; los consiguió por medio de la plataforma Foodsharing. Una hora antes de cerrar, una pastelería cercana posteó que le quedaban panes sin vender. Maike se ofreció a retirarlos; a la vuelta pasó por una verdulería asociada a la red y rescató kilos de brócoli, papa y lechuga. Es demasiado; tendrá que cocinarlos pronto para que no se arruinen y ofrecerlos a los vecinos. Baja al jardín y saca de la huerta común un poco de puerro.

          En el hall de entrada del edificio, cada vecino pegó en su buzón stickers que muestran lo que comparte: muebles, herramientas, libros, ropa. Busca una olla grande en la biblioteca de objetos compartidos, entre mochilas, juguetes y trineos. Sube al ático, donde hay un estudio común que prestan a huéspedes ocasionales que llegan a través de redes de hospitalidad gratuita como Couchsurfing. La última donó una camiseta a la canasta de Gratiferia. Maike se sienta junto a su máquina de coser y la "upcicla": la arregla hasta dejarla mejor que nueva.

          A unos 12.000 kilómetros, en Chascomús, Argentina, Soledad Giannetti llega con sus tres hijos al EPA, Espacio Participativo de Aprendizaje. Allí un grupo de chicos juegan en una casa de barro construida por sus padres con sus propias manos. Todos los padres aportan cuatro horas semanales, ya sea cuidando a los chicos, mejorando el espacio o cumpliendo otras tareas en la comunidad Akapacha: cocinar, limpiar, atender el almacén orgánico.

          Soledad trabaja en la organización y, entre otras actividades, coordina compras colectivas de verduras. Akapacha está compuesta por unos 15 adultos y es, a la vez, un espacio de experimentación en permacultura y colaboración y un ecolodge que recibe a voluntarios de todo el mundo por medio de la plataforma online de trabajo en granjas orgánicas Wwoof.


          Unos 700 kilómetros al norte, Jésica Giudice se trepa a un techo para enseñar a poner una antena en plena Pampa de Achala, Córdoba, ahí donde internet es una ilusión de algo que pasa en la capital. Junto a su pareja, Nicolás Echániz, y una red de colaboradores on y offline, crean y enseñan a crear redes digitales comunitarias en pueblos que, para los proveedores de telecomunicaciones, son económicamente inviables. Trabajan con código abierto y materiales económicos, bajo el concepto de tecnología apropiada: la que permita a la propia comunidad resolver el problema.

          Todo eso pueden lograrlo en contacto con activistas de redes libres de todo el mundo, con quienes comparten código e ideas. Por ejemplo, con André Gaul, el creador de la iniciativa similar Freifunk, en Berlín, que hoy provee de internet a una creciente comunidad de refugiados.

          Maike, Soledad, Jésica, Nicolás, André y otros miles son protagonistas de un cambio sigiloso: el que lleva de la competencia por los bienes escasos a la abundancia compartida. Muestran que hoy los problemas vienen de la mala distribución o, algo peor, de la escasez artificial: un modelo de negocios basado en vender cosas nuevas. Para eso se inventó la obsolescencia programada, que hace que el teléfono de 2014 no sirva para nada en 2016.

          Una gran red que se teje velozmente
          "Cuando miro las fotos de la juventud de mis padres, me sorprende ver que todos fumaban, en todos lados", dice Gabriel Weitz, rosarino, ingeniero, trabajador de Google. "Nuestros hijos se van a asombrar y a avergonzar de que viajemos con tres lugares vacíos en el auto". Para superar ese sinsentido ambiental y económico, fundó la ONG Soluciones Tecnológicas Sustentables (STS). De allí surgió en 2013 Carpoolear, una plataforma online para compartir viajes en auto. No es una idea original: hay cientos de plataformas de carpooling en el mundo. La más exitosa, BlaBlaCar, les cambia la manera de transportarse a más de 10 millones de personas.

          Todavía hoy es normal ir con asientos vacantes en el auto. También tener coches estacionados en la calle 23 horas por día, casas de veraneo que se habitan un mes al año y pagan impuestos por 12, vestidos que se usaron una sola vez, garajes llenos de electrodomésticos obsoletos, patines que quedaron chicos, comida que se pudre en la heladera, aunque muy cerca haya gente que necesite eso que no se está usando. ¿Cuántas veces esperaste un colectivo durante 20 minutos viendo pasar auto tras auto semivacíos?

          Ante cualquier necesidad, material o inmaterial, la respuesta normal desde mediados del siglo XX era salir a comprar. Ahora cambiaron las formas de ser, consumir, producir, facilitadas por la tecnología. Un poco techie, un poco solidaria, la economía colaborativa evoca bicicletas, permacultura y ciberactivismo, liberalismos de izquierda y derecha, monedas sociales y bitcoins, huertas y drones. 


          Viajar alojándose en casas particulares, financiar un proyecto mediante el crowdfunding o vestirse con lo que otro ya no usa; compartir la clave del wifi, fabricar una prótesis con un archivo de código abierto y una impresora 3D son formas nuevas que avanzan día a día instalando las semillas de una arquitectura económica hasta ayer nomás desconocida y que, como rótulo general podemos llamar de economía colaborativa, el gran paraguas que reúne las opciones entre pares, descentralizadas y horizontales. Es parte del mundo que está cambiando. Velozmente.

          Y con esa velocidad, la gran red colaborativa se teje y crece cotidianamente. Alojamiento y turismo; movilidad y transporte; financiamientos de proyectos; distribución y trueque de alimentos; compra, venta, alquiler o préstamo de herramientas y otros objetos; información y conocimiento; espacios compartidos para trabajo y vivienda, son apenas algunos ejemplos de las formas que se van diseñando con asombrosa creatividad dando luz a una nueva economía destinada a cambiar el funcionamiento social de la humanidad.q

          * Marcela Basch es periodista e idealizadora de El Plan C
          ________________________________________________________________________________________

          || mais informação

          Postulados para entender el Vivir Bien

          sexta-feira, 25 de maio de 2018



          Sumak Kawsay es una palabra quechua referida a la cosmovisión ancestral de la vida. Desde finales del siglo XX es también una propuesta política desarrollada principalmente en Ecuador y Bolivia. En Ecuador se ha traducido como "Buen vivir" aunque expertos en lengua quechua coinciden en señalar que la traducción más precisa sería la vida en plenitud.​ En Bolivia la palabra original en aimara es Suma Qamaña que se ha traducido como "Vivir bien".

          En su significado quechua original, sumak hace referencia a la realización ideal y hermosa del planeta, mientras que kawsay significa "vida", una vida digna, en plenitud. Existen nociones similares en otros pueblos indígenas, como los Mapuche (Chile), los Guaraníes de Bolivia y de Paraguay que hablan, respectivamente, de sus teko kavi (vida buena) y tekó porä (buen vivir o buen modo de ser), los Achuar (Amazonía ecuatoriana) pero también en la tradición Maya (Guatemala, México) o entre los Kunas (Panamá).

          Desde la última década de 1990 el Sumak Kawsay se desarrolla como una propuesta política que busca el "bien común" y la responsabilidad social a partir de su relación con la Madre Naturaleza y el freno a la acumulación sin fin, que surge como alternativa al desarrollo tradicional.​ El "buen vivir" plantea la realización del ser humano de manera colectiva con una vida armónica sustentada en valores éticos frente al modelo de desarrollo basado en un enfoque economicista como productor de bienes de valores monetarios.

          Los siguientes son algunos de los principios más destacados del Vivir Bien:

          • Priorizar la vida. Buscar la vivencia en comunidad, donde todos los integrantes se preocupan por todos. Lo más importante no es el humano (como plantea el socialismo) ni el dinero (como postula el capitalismo), sino la vida misma, expresada en los reinos animal, mineral, vegetal que interactúan entre sí. Se pretende buscar una vida más sencilla, en armonía con la naturaleza.
          • Respetar las diferencias. Vivir Bien es respetar al otro, saber escuchar a todo el que desee hablar, sin discriminación o algún tipo de sometimiento. No se postula la tolerancia, sino el respeto, ya que aunque cada cultura o región tiene una forma diferente de pensar, para vivir bien y en armonía es necesario respetar esas diferencias. Esta doctrina incluye a todos los seres que habitan el planeta, como los animales y las plantas.Vivir Bien es respetar las semejanzas y diferencias entre los seres que viven en el mismo planeta. Este planteamiento se traduce en que los seres sean semejantes o sean diferentes jamás deben lastimarse.
          • Vivir en complementariedad. Priorizar la complementariedad, que postula que todos los seres que viven en el planeta se complementan unos con otros. En las comunidades, el niño se complementa con el abuelo, el hombre con la mujer, etc. El hombre no debe matar a las plantas ni a los animales, porque ellos complementan su existencia y ayudan a que aquél sobreviva. Llevar una vida de equilibrio basada en la armonía del hombre con el resto de la naturaleza de la cual él hace parte, con el objetivo de construir una sociedad con equidad y sin exclusión.
          • Llegar a acuerdos en consenso. Buscar, siempre, el consenso entre todos, lo que implica que aunque las personas tengan diferencias, al momento de dialogar se llegue a un punto neutral en el que todas coincidan y no se provoquen conflictos.
          • Defender la identidad. Vivir Bien es valorar y recuperar la identidad. Dentro del nuevo modelo, la identidad de los pueblos es mucho más importante que la dignidad. La identidad implica disfrutar plenamente una vida basada en valores que se han resistido por más de 500 años (desde la conquista española) y que han sido legados por las familias y comunidades que vivieron en armonía con la naturaleza y el cosmos.
          • Priorizar derechos cósmicos. Vivir Bien es dar prioridad a los derechos cósmicos antes que a los Derechos Humanos. El cosmos, el planeta, la naturaleza están desde antes de la aparición de los seres humanos quienes son apenas una porción microscópica del universo.   
          • Saber comer. Alimentarse con sabiduría, saber combinar las comidas adecuadas a partir de las estaciones del año (alimentos según la época). Esta consigna debe regirse en base a la práctica de los ancestros que se alimentaban con determinados productos durante toda una estación, aceptando la sabia orientación de la misma naturaleza. 
          • Saber beber. Beber alcohol con moderación. En las comunidades indígenas cada fiesta tiene un significado y el alcohol está presente en la celebración, pero se lo consume sin exagerar o lastimar a nadie. 
          • Saber danzar. Danzar no es simplemente bailar. La danza se relaciona con algunos hechos concretos como la cosecha o la siembra. Las comunidades continúan honrando con danza y música a la Pachamama, principalmente en épocas agrícolas.
          • Saber trabajar. Considerar el trabajo como fiesta, como motivo de felicidad. A diferencia del capitalismo donde se paga para trabajar, el Vivir Bien retoma el pensamiento ancestral de entender el trabajo como una actividad jubilosa y una forma de crecimiento personal -por eso en las culturas indígenas se trabaja desde pequeño.    

          • Retomar el Abya Yala. Promover que los pueblos se unan en una gran familia. Esto implica que las regiones de cada país se reconstituyan en lo que ancestralmente se consideró como una gran comunidad. Abya Yala es el nombre dado al continente americano por el pueblo Kuna de Panamá y Colombia antes de la llegada de Cristóbal Colón y los europeos. Literalmente significaría tierra en plena madurez o tierra de sangre vital.
          • Reincorporar la agricultura. Vivir Bien es reincorporar la agricultura a las comunidades. Parte de las nuevas doctrinas es recuperar las formas de vivencia en comunidad, como el trabajo de la tierra, cultivando productos para cubrir las necesidades básicas para la subsistencia. 
          • Saber comunicarse. Se pretende retomar la comunicación que existía en las comunidades ancestrales, donde el diálogo era herramienta clave para la buena comunicación, resolviendo así las divergencias sin que se presenten conflictos.
          • Trabajar en reciprocidad. En los pueblos indígenas esta práctica se denomina ayni, que no es más que devolver en trabajo la ayuda prestada por una familia en una actividad agrícola, como la siembra o la cosecha. 
          • No robar y no mentir. Vivir Bien es basarse en el ama sua y ama qhilla (no robar y no mentir, en quechua ). Este precepto de elemental ética es de fundamental cumplimiento dentro de las comunidades para lograr el bienestar y confianza entre sus habitantes. 
          • Proteger las semillas. Guardar bajo protección las semillas para que en un futuro se evite el uso de productos transgénicos. Una de las características de este nuevo modelo es el de preservar la riqueza ancestral agrícola con la creación de bancos de semillas que eviten la utilización de transgénicos para incrementar la productividad, porque esta mezcla con químicos daña y acaba con las semillas milenarias.
          • Respetar a la mujer. La mujer representa a la Pachamama, que es la Madre Tierra que tiene el poder de dar vida y cuidar a todos sus frutos. Por estas razones, dentro de las comunidades, la mujer es valorada y está presente en todas las actividades orientadas a la vida, la crianza, la educación y la revitalización de la cultura. Se valora a la mujer como base de la organización social, porque transmiten a sus hijos los saberes de su cultura.
          • Vivir Bien y no mejor. El vivir mejor es una consigna que estimula el desarrollo del capitalismo. En la práctica se traduce en competencia, alta productividad, consumismo, egoísmo, desconsideración del otro, individualismo y objetivo centrado en el lucro: a mayor lucro, se supone, mejor vivir. El Vivir Bien, en cambio, apunta a una vida sencilla, que satisfaga las necesidades de todo los miembros de la comunidad, manteniendo una producción equilibrada que retire de la tierra apenas lo que se precisa, evitando la irracional explotación de los recursos naturales -cuyo carácter es finito- especialmente el agua.
          • Escuchar a los mayores. Aprender a leer las arrugas de los abuelos para poder retomar el camino de construcción de la comunidad. La sabiduría de los ancianos son fuente inagotable de conocimiento y aprendizaje para la sobrevivencia, la socialización y la evolución espiritual.
          ____________________________________________________________________________________

          || mais informação


          La vida está en otra parte

          segunda-feira, 21 de maio de 2018



          "Poder respirar, despertarse, caminar, oler, beber agua, escuchar, mirar, ver... tratar de no dejar huella por donde caminas y, las que queden, que sean bellas; porque hay que pensar con el corazón y sentir con la cabeza". Estas son algunas de las palabras de Arturo Piegrande, de la Tribu de los Taitas. Video registrado por Soy la tribu.
          _________________________________________________________

          Por um mundo livre de homofobia

          quinta-feira, 17 de maio de 2018




          ________________________________________________________________________________________

          || mais informação

          O poder do silêncio

          sexta-feira, 11 de maio de 2018



          Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. 
          Seja breve e preciso, 
          já que cada vez que deixa sair uma palavra, 
          deixa sair uma parte do seu Chi (energia). 
          Assim, aprenderá a desenvolver 
          a arte de falar sem perder energia. 
          Nunca faça promessas que não possa cumprir. 
          Não se queixe, nem utilize ...



          O silêncio é a maior sabedoria do homem. 
                                                                             Píndaro
          ________________________________________________________________________________________

          Primatas

          quinta-feira, 3 de maio de 2018



          "Somos apenas uma estirpe avançada 
          de macacos em um planeta menor 
          de uma estrela muito comum. 
          Mas podemos entender o universo. 
          Isto nos torna muito especiais". 
                                                                               Stephen Hawking

          ________________________________________________________________________________________

          || mais informação

          Mamagaia, Земля, Tokë, Lurra, Jörðin...

          domingo, 22 de abril de 2018



          ... Erde, Zemlja, Terra, Země, Jord, Krajiny, Terre, Ddaear, Maa, Aarde, Föld, Earth, Cré, Art, Pământ, Pachamama, ערד...

          ...Tierra, en todos los idiomas que la evoquemos evocamos nuestra mama grande, la gran teta que nos alimenta, el abrazo abarcador, la gravedad que nos ancla, la esencia de vida e agüita de amor, la cósmica e ininteligible oportunidad que nos es dada para curar nuestras almas y alcanzar la paz por la que tanto claman nuestros corazones. Plano/planeta hembra que hoy celebra el día de su memoria para que todos recordemos (recordar: pasar por el cordis) su ardua labor de más de 4.500  millones de años preparando este paraíso que nos premia bien antes de ganarnos el derecho al premio. Celebremos, entonces, cuidando de ella. Y cantando, con los ángeles del canto, con el ángel Ica Novo...   



          Verdes infinitos
          sol de atardecer
          y un paisano baja al río       
          con su yegua a ahogar la sed

          Esencia de vida
          agüita de amor
          savia del planeta       
          milagro del niño y de la flor

          Divino alimento
          magia natural
          curemos las almas       
          para que en el mundo exista paz

          Ángeles del canto
          duendes del amor
          salvemos la vida       
          que dan Madre Tierra y Padre Sol

          Todo el universo
          está vivo y es
          la misma conciencia        
          latiendo en los astros y en tu piel

          No tan sólo el hombre
          sagrado animal
          toda luz viviente                 
          tiene derecho a la libertad

          No hay razón que valga
          más de un solo ser
          hombre, cielo, monte        
          mujer, ave, mar, yaguareté

          Ángeles del canto
          duendes del amor
          salvemos la vida
          que dan Madre Tierra y Padre Sol

          ________________________________________________________________________________________

          || mais informação