Uma nova civilização vem aí

quarta-feira, 1 de abril de 2020


De dentro para fora, da intimidade do ser para a objetividade das circunstâncias, há um movimento claro de transformação daquilo que chamamos de civilização. Nossa humanidade anda revoltada com o sistema, definitivamente percebeu que não vale mais a pena trabalhar uma enorme parte de sua vida individual para sustentar uma máquina burocrática que é corrupta e ineficiente. Em todos os países se dissemina essa revolta porque não foi imposta, pode até ser eventualmente manipulada, mas isso é irrelevante, o que importa é aceitar que há um movimento transformador e revolucionário que não pode ser detido. Este é o verdadeiro fim do mundo, uma revolução sem precedentes que realizará a transição planetária para um novo ciclo de civilização.
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De adentro para afuera, de la intimidad del ser para la objetividad de las circunstancias, hay un movimiento claro de transformación de aquello que llamamos civilización. Nuestra humanidad anda sublevada frente al sistema. Definitivamente percibió que ya no vale la pena trabajar una enorme parte de su vida individual para alimentar una máquina burocrática, corrupta e ineficiente. Prácticamente por todos los países se propaga esa rebelión popular. Una insurrección que no fue impuesta por nadie y aunque, eventualmente, puede llegar  ser manipulada esto ya es irrelevante. Lo que importa, sí, es aceptar que hay un movimiento transformador y revolucionario que no puede ser detenido. Éste es el verdadero fin del mundo: una revolución sin precedentes que realizará la transición planetária para un nuevo ciclo de civilización  
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La vida está en otra parte (y estamos llegando allá)

segunda-feira, 30 de março de 2020



El pico de la pandemia del coronavirus todavía no ha llegado. El mundo actual -competitivo, omnipotente, egoísta y desorganizado- ni siquiera consigue comprender bien lo que está pasando y así, no logra aunar saberes y acciones para responder de manera conjunta y, por ende, más eficaz a las consecuencias de la peste.

Mucho menos pueden advertir que una vez que se logre domar al bichito insolente, agresivo y rebelde que hoy nos enferma y nos mata, mañana nada será igual. De a poco, comenzarán a aparecer indicios, señales de otro mundo, de un mundo nuevo. Sabiendo que esa hora llegará, estas simples palabras que nos entrega, con una pacificadora calma, Arturo Pietragrande, de la tribu de los Taitas, pueden servirnos para ir reflexionando. Vale la pena asomarse al video...

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"Todos no mesmo barco e chamados a remar juntos"

sábado, 28 de março de 2020


Importan dos maneras de concebir el mundo:
una, salvarse solo, 
empujar ciegamente a los demás de la balsa.
La otra, es un destino de salvarse con todos, 
comprometer la vida hasta el último náufrago...
- Armando Tejada Gomez -

Com o marco inédito e impactante da Praça São Pedro totalmente vazia, o  Papa Francisco entregou no Vaticano sua misa e suas mensagens avaliando a pandemia que assola ao mundo, suas conseqüências e a esperança de atravessar a implacável e letal tempestade que ainda muitos humanos hesitam, perplexos, em aceitar.

Estas são as principais reflexões de Francisco. Quem queira ouvir que ouça:

  • Há semanas, parece que a tarde caiu. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo de um silêncio ensurdecedor e de um vazio desolador… Nos vimos amedrontados e perdidos.
  • A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade.
  • Com a tempestade,  cai o nosso “ego”, sempre preocupado com a própria imagem, e vem à tona a abençoada pertença comum que não podemos ignorar: a pertença como irmãos.
  • Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente.
  • O Senhor nos chama a viver este tempo de provação como um tempo de decisão: o tempo de escolher o que conta e o que passa, de separar aquilo que é necessário daquilo que não é. O tempo de reajustar a rota da vida rumo ao Senhor e aos outros.
  • E aí está o exemplo de pessoas que doaram a sua vida e estão escrevendo hoje os momentos decisivos da nossa história. Não são pessoas famosas, mas são “médicos, enfermeiros, funcionários de supermercados, pessoal da limpeza, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho.
  • A tempestade nos mostra que não somos autossuficientes, que sozinhos afundamos. Por isso, devemos convidar Jesus a embarcar em nossas vidas. Com Ele a bordo, não naufragamos, porque esta é a força de Deus: transformar em bem tudo o que nos acontece, inclusive as coisas negativas. Com Deus, a vida jamais morre.
  • Estes mesmos sentimentos, porém, nos fizeram entender que estamos todos no mesmo barco, chamados a remar juntos.
  • Em meio à tempestade, o Senhor nos interpela e pede que nos despertemos. Temos uma âncora: na sua cruz fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor.
  • Abraçar a sua cruz, significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de onipotência e posse, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. 
  • Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé e que liberta do medo.
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Mãos na massa, construção sustentável

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019


Bioconstrução é o termo utilizado para se referir a construções onde a preocupação ecológica está presente desde sua concepção até sua ocupação. Já na concepção, as bioconstruções valem-se de materiais que não agridam o ambiente de entorno, pelo contrário: se possível, reciclam materiais locais, aproveitando resíduos e minimizando o uso de matéria-prima do ambiente. Todo projeto foca no máximo aproveitamento dos recursos disponíveis com o mínimo de impacto.

Existem diversas técnicas para construir com este conceito. Entre elas podemos mencionar o Pau a Pique (ou casa de taipa), Cob, Adobe, Superadobe, Hiperadobe, Taipa de Pilão, Tijolo de Solo Cimento.

Na verdade, a bioconstrução é um término moderno para nomear técnicas ancestrais usadas há centenares de anos. Seguindo essas antigas tradições, uma grande parte da população mundial constrói aplicando os velhos saberes. Se calcula que entre um 30% e um 60% da humanidade levanta suas vivendas ensaiando bioconstrução.

 Assista no vídeo exemplos práticos de algumas dessas técnicas simples e fáceis de experimentar:


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El miedo de amar

quinta-feira, 4 de outubro de 2018


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Religiosidade é buscar dentro de si mesmo

segunda-feira, 17 de setembro de 2018


Por Marcos de Aguiar Villas-Boas

    As religiões, de um modo geral, ao longo da história têm recaído, em regra, em pessoas doutrinadas que seguem messias, livros, sacerdotes e dogmas. Cada um se afiniza com aquilo que vibra e as religiões terminam servindo àqueles que estão nas suas faixas de vibração, mas elas são desnecessárias para a ascensão espiritual, que tem a ver muito mais com um processo de autoconhecimento e automelhoramento.

    A religião que liga o indivíduo ao divino dentro de si não trata de seguir algo, mas apenas de encontrar a si mesmo por meio de uma constante busca. Religiosos tradicionais são seguidores de instituições, messias e gurus, mas religiosos, na acepção real da palavra, são buscadores.

    Então, meu trabalho não é um movimento para criar uma religião, mas para criar religiosidade. Eu encaro a religiosidade como uma qualidade – não como uma parte de uma organização, mas como uma experiência interior do próprio ser” (Osho, Autobiografia de um místico espiritualmente incorreto).

    Os verdadeiros mestres estão dentro de cada um, cada indivíduo é um mestre em potencial, de modo que só precisa despertá-lo. Os encarnados, que se sentem ainda tão dependentes de heróis, santos, messias, mestres etc., têm o mestre dentro de si, mas ainda não acreditam nisso.

    A humanidade não precisa de mais mestres que se apresentam como gurus dispostos a responder sobre todos os assuntos e a serem seguidos pelos demais. O processo de transição planetária da Terra requer facilitadores do autoconhecimento e do automelhoramento da humanidade, que colaborem para o despertar do mestre dentro de cada indivíduo, com a libertação das ilusões e limitações, muitas delas impostas pelo inconsciente coletivo e por atavismos individuais.

    É por isso que se fala tanto em despertar, expandir, ampliar a consciência como o objetivo mais importante da encarnação. Daí pode se entender até a utilidade do sofrimento, que, por linhas tortas,  muitas vezes consegue tirar o indivíduo daquela estagnação e lhe levar a perceber algo novo.

    Año maya 2018-2019: amar, fluir, crear

    sábado, 28 de julho de 2018


    * Por Ingrid de Manuel Guasch


    El 26 de julio último iniciamos un nuevo año maya, según el Calendario de 13 lunas sincronizadas, con un propósito anual que inspiran un trabajo personal y comunitario. Un nuevo año codificado por la energía de la Luna 13 Cósmica Roja, símbolo de la sensibilidad creativa que hay que despertar para purificar y superar los estados emocionales que interfieren en nuestra evolución consciente.

    Conectar con un año Luna es conectar con la energía agua presente en la naturaleza y en nosotros mismos para ser conscientes de como el movimiento natural gesta formas, limpia cauces, destruye barreras, se adapta al terreno y fluye siempre hacia su propósito natural. Reconocernos en todos esos aspectos y potenciar la fuerza del agua en nosotros, es el primer paso que debemos dar a lo largo de este ciclo para empezar a sentir, qué es lo que  fluye y qué no fluye en nuestras vidas.

    El Fluir
    Cuando las cosas fluyen es que no hay impedimentos, o si los hay somos capaces de disolverlos y superarlos rápidamente. El problema viene cuando nos sentimos encallados.

    Es importante observar cuáles son las áreas de nuestra vida que no fluyen y averiguar qué pasa. Las barreras pueden tomar infinitas formas, lo bueno es que también hay infinitas maneras de solucionarlas, por eso nunca debemos someternos al impedimento, ya que averiguando qué pasa podemos buscar la manera de superarlo.

    Por ejemplo, podemos detectar si son barreras mentales o emocionales. Aun cuando unas son consecuencia de las otras, conocer dónde nos bloqueamos primero nos permite entender mejor hacia dónde tendemos. Cuando el bloqueo es mental es que usamos demasiado la cabeza, es decir no permitimos el sentimiento por necesidad de controlar. Esto nos agota ya que usamos toda nuestra energía en ello, en vez de confiar en la vida; la mente es una gran herramienta si no la usamos como filtro para todo abusando de ella.

    Cuando el bloqueo es emocional significa falta de aceptación, es decir no aceptamos lo que vivimos y por tanto negamos una y otra vez lo que vivimos. Si te ha dolido, si te pone triste, si te enfada, si no te gusta etc… es algo que debes aprender a gestionar, comprendiendo qué parte de responsabilidad es tuya y cuál no, sin defender tu posición como la verdad absoluta.

    Así para fluir hay que aceptar y confiar, permitir que las cosas lleguen y se vayan sin que eso suponga un trauma o una crisis, sintiendo que la vida son etapas donde aprendemos a ser mejores personas.

    Carta a la humanidad de una niña cristal

    sábado, 21 de julho de 2018



    * Por M. Alejandra Sandoval


      La luz, los sonidos fuertes, la comida, los químicos, los malos pensamientos, la mala “vibra”… Mi cuerpo ya no soporta ninguna de estas cosas. Médicos, psicólogos, psiquiatras… ninguno tiene una respuesta para mí.

      ¿Enfermedad?¿ Locura? ¿Mañas? ¡Quién sabe, fragilidad quizás! Tengo hace un tiempo una sensación de querer volver a casa, de que ya todo terminó y quiero volver a casa, y es una pregunta frecuente. ¿Si quiero volver a casa, entonces dónde estoy? ¿Acaso ésta no es mi casa? No sé a dónde quiero ir, sólo sé que quiero ir a casa con mis hermanos, con mi familia. Pero: ¿Y mi familia y mis hermanos, acaso ellos no son mi familia, no son mis hermanos?

      ¡Sólo sé que quiero volver a casa, pero no sé cómo!...

      Es como un sueño, del cual no puedo despertar. Veo todos los días de mi vida, desde que nací, esa mañana de verano cálida y dulce. Veo cómo se dañan entre ustedes, veo las injusticias que permiten, veo sus verdaderos rostros detrás de sus ojos. Y me pregunto: ¿Por qué fingen ser lo que no son? ¿Por qué están encerrados en su interior? ¡Tristes, enojados, simples y sensibles!

      ¿Por qué se lastiman a ustedes mismos? ¿Por qué quieren restringirse, privarse de ser lo que son? Seres Humanos. ¡Bellos, sensibles y perfectos seres humanos!... Mírense, sólo mírense a los ojos, vean sus almas. Déjense ver por los demás. ¿A qué le tienen miedo?...

      ¡Todos estamos hechos de lo mismo, nadie es más fuerte que otro, nadie es mejor, porque todos somos excelentes! ¡Son seres maravillosos, con una inteligencia enorme, con cualidades asombrosas, seres llenos de Luz, que iluminan este mundo con Amor!

      ¡Yo no veo sus personajes, yo veo sus almas, ese es mi Don!... 

      Re-evolucionar

      terça-feira, 26 de junho de 2018





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      Assim funciona o verdadeiro amor

      terça-feira, 12 de junho de 2018


      O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. 
      O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. 
      O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.
                                                                                                          Carlos Drummond de Andrade


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